Seguros de proteção financeira aumentam penetração no crédito

Os seguros de proteção financeira garantem o pagamento das prestações assumidas em créditos contraídos. “Ainda que a atividade bancária tenha sido impactada pela descida dos volumes de crédito concedido, a atividade seguradora, em particular a dos seguros de proteção ao crédito, registou um aumento das taxas de penetração nos créditos concedidos”, afirma o subdirector da […]


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Os seguros de proteção financeira garantem o pagamento das prestações assumidas em créditos contraídos. “Ainda que a atividade bancária tenha sido impactada pela descida dos volumes de crédito concedido, a atividade seguradora, em particular a dos seguros de proteção ao crédito, registou um aumento das taxas de penetração nos créditos concedidos”, afirma o subdirector da área de subscrição da CA Seguros, Carlos Pereira.

Já o diretor geral da Decisões e Soluções, Paulo Abrantes, diz que desde 2008, “mesmo sem ter acesso a números rigorosos sobre a evolução destes seguros em Portugal, houve claramente um crescimento muito significativo. Em primeiro lugar, porque passou a ser obrigatório em muitos casos, onde perante uma venda com recurso a crédito a instituição bancária ou até a entidade que vende, exige do comprador esta garantia extra”.

O responsável da CA Seguros refere que um “outro aspeto também interessante é que antes da chamada “crise”, os seguros de proteção ao crédito eram praticamente desconhecidos pela população, tendo os clientes começado a questionar proativamente sobre esta tipologia de produtos na medida em que sentiram maior segurança na garantia do cumprimento dos compromissos assumidos”.

Carlos Pereira diz que no Grupo CA, a evolução do CA Proteção Financeira (seguro de proteção ao crédito) foi positiva na medida em que, apesar da redução do volume de crédito concedido, a taxa de penetração nos clientes do grupo Crédito Agrícola aumentou. “A apetência no mercado para a procura desta tipologia de soluções por parte dos clientes contribuiu favoravelmente para esta evolução”, diz Carlos Pereira.

“A crise económica veio trazer uma maior necessidade por parte dos clientes para produtos deste género. Também no Crédito Agrícola se assistiu ao aumento do número de clientes a questionar sobre o funcionamento dos seguros CA Protecção Financeira manifestando interesse em subs- crever este tipo de proteção. O sentimento de necessidade de proteção por parte do cliente Crédito Agrícola aumentou de tal ordem que, pelo facto de estes seguros poderem ser cumulativos, dispomos de clientes em carteira com mais do que um seguro deste tipo”, frisa Carlos Pereira.

Segundo Paulo Abrantes, as principais coberturas “têm, regra geral, apenas a ver com o desemprego involuntário e a incapacidade para exercer atividades profissionais, seja de forma permanente ou temporária, pois a génese deste seguro é substituir-se ao comprador de um bem ou serviço”. “ Ou ainda ao responsá-vel pelo pagamento de um crédito bancário, durante um determinado período de tempo, no caso de este ficar impedido de obter o seu normal rendimento do trabalho, – seja porque involuntariamente ficou desempregado – ou por motivo de saúde ou acidente”, adianta Paulo Abrantes.

Carlos Caldeira/OJE

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