Sem formação não se vai longe

A plataforma Portugal Agora debate, esta tarde, propostas para a formação profissional ao longo da vida. É na Universidade Europeia, com entrada livre.


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Pode parecer um cliché, mas nunca é demais afirmá-lo: hoje em dia, a formação profissional não tem fim. “O contexto de competitividade da maioria dos setores económicos, o incremento tecnológico e a maior celeridade dos ciclos de inovação trazem consigo maiores exigências aos mercados de trabalho”, explica ao OJE Carlos Sezões, coordenador do projeto Portugal Agora. E justifica: “O conhecimento e as competências adquiridas pelos indivíduos necessitam de ser revitalizadas com cada vez maior regularidade, sob pena da obsolescência ou da ‘comoditização’ dos vários profissionais”.

O tema dá mote à conferência Conhecimento e Competências ao Longo da Vida que, a partir das 17h00 de hoje, se realiza na Universidade Europeia, em Lisboa. Em concreto, o fórum abordará temas como a formação ao longo da vida e desenvolvimento de carreiras, a reconversão profissional, o papel das universidades e dos centros de formação, as novas tecnologias nos processos formativos e o papel das empresas e os processos de desenvolvimento de competências.

Carlos Sezões, do Portugal Agora, a quem cabe a abertura do fórum diz que, neste novo paradigma dito de formação ao longo da vida, os vários agentes – empresas, universidades/centros de formação, profissionais – “têm novos patamares de exigência para corresponder”. E aponta-os um a um: as empresas devem proporcionar momentos e conteúdos formativos, alinhados com as novas competências requeridas em cada momento; as universidades devem conciliar conhecimento de base, inovador, que alargue horizontes dos indivíduos, com conhecimento mais específico das áreas funcionais ou setores de atividade – com o contributo do mundo empresarial e com metodologias/tecnologias flexíveis, mais adaptadas aos condicionalismos da vida profissional ativa; os profissionais, por último, devem ser proativos em vários momentos da sua vida, em busca de competências que lhes permitam incrementar a sua performance na função atual ou, em muitos casos, lhe permitam uma disrupção e mudança de carreira.

José Manuel Fonseca, professor da Europeia, João Vieira, do  Corinthia Hotels, Ricardo Nobre, da Cross Border Talents, e Mónica Rodrigues, da Quantum Max, são oradores. Rita Pelica, do Portugal Agora, modera e Alexandre Real, também desta plataforma, conduz a sessão de encerramento.

Por Alexandra Romeira/OJE

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