SESARAM lamenta deturpação de informação sobre medidas excecionais adotadas em picos de afluência nas urgências

O SESARAM acrescenta que encerrar serviços de urgência como “infelizmente tem sido prática nos hospitais públicos do país, perante situações de esgotamento de capacidade de recursos”, não é a realidade da Região.

O Serviço Regional de Saúde (SESARAM) que seja promovida a deturpação de informação sobre as medidas excecionais adotadas nos picos de afluência ao Serviço de Urgência.

“Quem recorre ao Serviço de Urgência, mesmo desconhecendo a realidade hospitalar, consegue compreender o que são picos de afluência. Cada um dos Chefes de Equipa Médica e de Enfermagem do Serviço de Urgência do Hospital Dr. Nélio Mendonça  merece o respeito de todos e não está sujeito a escrutínio populista pelas decisões técnicas tomadas a cada momento. Nas situações excecionais de pico de afluência com grande concentração de doentes em simultâneo, tal como as que se verificaram, em tempo útil, e esgotadas as medidas normais, só podem ser adotadas medidas excecionais na gestão de camas.  É uma decisão de carácter técnico, que não está sujeita a palpites”, diz o SESARAM em comunicado.

O SESARAM explica que os internamentos sociais “são uma realidade” dos hospitais de forma transversal e “não podem comprometer a atividade assistencial” nomeadamente a decisão médica do local de internamento de doentes agudos em função das necessidades clínicas de cada um.

As denominadas “altas clínicas” são internamentos sociais, utentes com situação clínica resolvida com diversos quadros sociais. A análise social pormenorizada do acompanhamento feito pelo Serviço Social, permite individualizar soluções para cada caso concreto. Pessoas autónomas nas suas atividades diárias de locomoção, higiene e alimentação são situações que não devem ocupar cama de ERPI, muito menos cama na Rede e por maioria de razão, uma cama hospitalar”, considera o SESARAM.

O SESARAM acrescenta que encerrar serviços de urgência como “infelizmente tem sido prática nos hospitais públicos do país, perante situações de esgotamento de capacidade de recursos”, não é a realidade da Região.

“Em situações excecionais, a gestão determina a adoção de medidas excecionais para salvaguarda e proteção do doente”, esclarece o SESARAM.

O SESARAM apela a que a população recorra aos centros de saúde com atendimento urgente, sem restrição de área geográfica de residência, além do recurso às linhas de apoio médico, linha do idoso e linha da criança “em caso de necessidade. O funcionamento dos serviços de saúde obedece a regras de base técnica com um único objetivo, o de salvaguardar e proteger o doente”.

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