Sete bancos com lucros semestrais de quase 1,4 mil milhões, sobem 76% num ano

O único banco que reportou uma redução dos lucros foi precisamente o Grupo Crédito Agrícola, já que os 64,4 milhões representam uma queda de 33,2% face ao período homólogo do ano anterior. O mais rentável é a CGD e o menos rentável o BCP. O que tem maior rácio de malparado é o Banco Montepio, logo seguido do Crédito Agrícola.

O grupo Crédito Agrícola foi o último a apresentar as contas semestrais, tendo-o feito na semana passada. Os lucros de 64,4 milhões, relativos ao primeiro semestre deste ano, do banco liderado por Licínio Pina, projetam os resultados dos sete maiores bancos portugueses para 1.357,2 milhões de euros até junho. Este valor compara com 771,8 milhões de euros de soma de resultados líquidos dos mesmos sete bancos em junho de 2021. Isto é, os sete maiores bancos lucraram mais 76% do que em junho do ano passado.

No entanto, o melhor indicador continua a ser o da rentabilidade, olhando para a rentabilidade dos capitais próprios, numa média simples, verifica-se que em média os sete bancos tem uma rentabilidade de 7,9%, acima do ano passado, mas ainda longe dos dois dígitos desejados pelo sector e pelos reguladores.

Apesar de não ser um rácio diretamente comparável, porque uns apresentam o RoTE (Return on Tangible Equity) e outros o ROE, verifica-se que o mais rentável nas contas de junho é a CGD com 11,5% de ROE. Deduzido de efeitos não-recorrentes, foi alcançada uma rentabilidade dos capitais próprios (ROE) de 10,6% pela Caixa.

O Novobanco, passou de ovelha negra a banco mais rentável, com um RoTE de 11% (antes de impostos). O Santander Totta, por sua vez, reportou uma rentabilidade medida também pelo RoTE de 10,50%.

O resultado líquido do Grupo Crédito Agrícola, no primeiro semestre de 2022, ascendeu a 64,4 milhões de euros, o que corresponde a uma rentabilidade de capitais próprios anualizada de 6,5% e “para a qual concorreram os contributos positivos das diversas componentes do Grupo (banca, seguros vida e não vida e gestão de activos)”.

O Banco Montepio divulgou um resultado antes de impostos/capitais próprios médios que é de 6,5%. Mas, contas feitas, o resultado líquido do Montepio é 1,5% do capital próprio.

Já o BPI reportou um RoTE de 6,40% em Portugal.

O pior dos grandes bancos em rentabilidade dos capitais próprios é o BCP, que registou um ROE de 2,81%. Muito fustigado pelos problemas da subsidiária na Polónia (Bank Millennium) detido em 50,1% pelo BCP e por isso com consolidação integral das contas, o banco liderado por Miguel Maya pode dizer claramente que a rentabilidade não compensa o custo do capital.

O ranking dos lucros é liderado pela CGD com resultados consolidados de 486 milhões de euros, o Novobanco ultrapassou todos os bancos privados ao apresentar resultados de 266,7 milhões de euros, acima do Santander Totta (241,3 milhões); do BPI (201 milhões); do BCP (74,5 milhões de euros); do Crédito Agrícola (64,4 milhões); e do Banco Montepio (23,3 milhões).

Na comparação com junho do ano anterior, os bancos que mais subiram foram o BCP, que apesar de ter lucros muito parcos em comparação com os pares, ainda assim foram superiores em 507,40% ao período homólogo do ano anterior. Também o Montepio tem uma evolução significativa porque passa de prejuízos de 33 milhões no primeiro semestre de 2021, para lucros de 23,3 milhões no primeiro semestre deste ano.

O Novobanco também registou uma subida de 93,70% num ano, enquanto a CGD viu os lucros subirem 65% num ano. Na Caixa, o contributo da atividade doméstica para o resultado líquido do grupo em junho de 2022 foi de 377 milhões de euros, o que compara com 232,7 milhões (+62%) no mesmo período do ano anterior.

O BPI registou uma subida modesta dos lucros, de apenas 9%. O BPI obteve um resultado consolidado de 201 milhões no primeiro semestre. A atividade em Portugal contribuiu com 85 milhões de euros, mais 17% do que um ano antes.

O único banco que reportou uma redução dos lucros foi precisamente o Grupo Crédito Agrícola, já que os 64,4 milhões representam uma queda de 33,2% face ao período homólogo do ano anterior. O que explica o grupo em comunicado? Diz que a variação homóloga no Resultado Líquido foi influenciada pelos resultados, não recorrentes, obtidos no primeiro semestre de 2021, relacionados com ganhos líquidos com operações financeiras, no valor de 55,2 milhões de euros (51,3 milhões de euros no 1º trimestre do ano passado), bem como com juros retroactivos, referentes a 2020, no valor de 8,0 milhões de euros recebidos no 1º trimestre de 2021 no âmbito do programa financeiro do BCE – TLTRO”.

O negócio segurador contribuiu com o resultado líquido do Grupo liderado por Licínio Pina de 4,8 milhões de euros proveniente da CA Seguros e de 20,7 milhões de euros da CA Vida, impulsionado pelo resultado não recorrente decorrente da reversão de provisões para compromisso de taxa de juro, tendo em conta a actualização da curva de taxas de desconto para um ambiente de taxas de juro mais elevadas, refere a instituição.

Crédito, quem deu mais?

O grupo vocacionado para o crédito à agricultura diz ainda que a carteira de crédito (bruto) a clientes do Grupo CA “registou um crescimento homólogo de 3,0% (ou 341 milhões de euros) para 11,9 mil milhões de euros, reflexo do apoio continuado por parte do Grupo Crédito Agrícola a empresas, empresários, famílias e instituições do sector social e da administração pública central e local. Durante o primeiro semestre de 2022, a nova produção de crédito à habitação cresceu 9,5% face ao período homólogo. A quota de mercado em crédito concedido a clientes manteve-se estável, em termos homólogos, nos 5,6%”.

Ora, agregando a carteira de crédito do sete bancos chegamos a um valor de 230,185 mil milhões de euros.

O banco que deu mais crédito face ao período homólogo do ano anterior foi o BPI, que viu a carteira de crédito subir em junho 8% (incluindo aqui o crédito ao sector público). O Novobanco registou uma subida de 4,20%. O terceiro na subida do ranking foi precisamente o Crédito Agrícola (3%).

A CGD viu a carteira de crédito subir 2,70%. Depois o BCP reportou uma subida de 2,10%. Por fim, o Banco Montepio registou uma subida de 1% da carteira de crédito. No entanto, salientou que a carteira de crédito a clientes (líquido de imparidades) aumentou para os 11,9 mil milhões de euros, registando uma subida de 2,2% face ao valor de dezembro de 2021.

Quem praticamente não viu o crédito subir (+0,50%) foi o Santander Totta.

Qual o banco com melhor e pior qualidade da carteira de crédito?

No que toca à qualidade da carteira de crédito, os piores são claramente o Banco Montepio, com um rácio de malparado (Non-Performing Exposures – NPE) de 7,7%, o mais alto do sector e o rácio de cobertura por imparidades é de apenas 53,80%. Há no entanto a destacar o caminho que está a fazer o banco liderado por Pedro Leitão de redução das exposições não produtivas (NPE) em 16,4% num ano. O custo do risco do crédito que está relacionado com a novas imparidades para crédito no período ficou em 0,10%.

O que emerge como o segundo pior dos sete bancos é o Crédito Agrícola com 6,1% do total da carteira e superando assim o Novobanco que vem de um ponto de partida adverso, uma vez que herdou o malparado do BES.

O rácio bruto de Non Performing Loans (NPL) do Crédito Agrícola “prosseguiu a sua trajectória descendente, situando-se em 6,1% do total da carteira (carteira de NPL em Junho 2022 ascendia a 704 milhões de euros), registando uma evolução favorável de 1,1 p.p. face aos 7,2% que se verificavam no final de 2021 (819 milhões de euros em Dezembro 2021), demonstrando a contínua melhoria da qualidade da carteira de crédito do Grupo”, diz a instituição em comunicado.

O rácio de cobertura por imparidades também é dos mais baixos do mercado. As imparidades de Non Performing Loans acumuladas no Crédito Agrícola, com referência ao final de Junho de 2022, ascendiam a 253,8 milhões de euros, resultando num nível de cobertura de NPL por imparidades de NPL de 36,1% e uma cobertura de NPL por imparidades de NPL e colaterais (FINREP) de 89,1%.

O rácio de cobertura por imparidades para crédito malparado (NPL), aplicando haircuts e custos de recuperação, foi de 47,6%.

No entanto custo do risco do Crédito Agrícola, que mede o peso das novas imparidades para crédito, é dos mais baixos do sector, sendo em junho de 0,04%. Só superado pelo Santander Totta (0,01%) e pela CGD (-0,58%). Ficou melhor até que o BPI que costuma ser campeão no baixo custo do risco de crédito (em junho foi de 0,09%).

O Novobanco chegou a junho com um rácio de créditos não produtivos (NPL) de 5,4% que compara com 5,7% em dezembro do ano passado e 7,3% em junho de 2021. Faltou a Ramalho a aprovação pelo Fundo de Resolução da venda da carteira de grandes devedores, chamada de Harvey, para fechar os seus últimos resultados com um rácio de malparado abaixo dos 5% recomendados pela Autoridade Bancária Europeia. O Banco de Portugal não aprovou a venda dessa carteira de malparado de single-names (grandes devedores), tal como avançou em primeira-mão o Jornal Económico.

O rácio de cobertura por imparidades fixou-se em 73,0%, “em linha com a estratégia de de-risking e aproximando-se do rácio médio dos peers europeus”, referiu o Grupo Novobanco, que registou até 30 de junho “um reforço de imparidades e provisões no montante de 19,8 milhões, apresentando uma redução face aos valores registados no período homólogo”.

No fim do ano passado, o Novobanco acordou a venda de crédito malparado da carteira de NPL “Harvey” ao consórcio composto pela Deva Capital Management Company e pela AGG Capital, do grupo Arrow, por 52,3 milhões de euros, o portefólio de single-names de créditos não produtivos e ativos relacionados tinha o valor de 164,4 milhões de euros. Uma vez que são créditos cobertos pelo mecanismo de capitalização contingente, o Fundo de Resolução foi chamado a dar luz verde e não a deu.

O Novobanco chegou assim a junho com um baixo custo do risco (de 15 pb) reflexo da estratégia de redução de risco das carteiras. Em junho de 2021 reportava um custo do risco de 0,68% (68bps ou 40bps ex-provisões Covid-19).

O stock de crédito com imparidade do banco que era à data liderado por António Ramalho caiu de 2.209 milhões de euros em junho de 2021 para 1.749 milhões em dezembro de 2022 e para 1.695 milhões em junho de 2022. O que inclui 116 milhões de euros novas entradas em malparado e 152 milhões de euros de curas e recuperações. Depois há 13 milhões de euros de redução dos NPL por vendas em portfólio, 30 milhões de euros de write-offs e há uma subida de 25 milhões de euros justificada com foreclosed assets (imóveis recebidos em dações de cumprimento de crédito) e outros.

O BCP fechou o semestre com um rácio de Non Performing Loans (malparado) de 1,5%. No entanto o rácio de Non Performing Exposure ficou em 4,3% do total do crédito. O rácio de cobertura por imparidades é de 64,50%.

No BCP, “no primeiro semestre de 2022, as dotações para imparidade do crédito (líquidas de recuperações) totalizaram 179,4 milhões de euros, apresentando um aumento de 14,3% face aos 156,9 milhões de euros contabilizados no mesmo período de 2021”, refere a instituição. O custo do risco de crédito do Millennium BCP ficou em 0,61%.

A evolução das dotações para imparidade (líquida de recuperações), em termos consolidados, “traduziu-se num aumento do custo do risco do grupo BCP, líquido de recuperações dos 55 pontos base observados no primeiro semestre de 2021, para 61 pontos base no mesmo período de 2022”. Na atividade em Portugal, o custo do risco (líquido de recuperações) evoluiu de 64 pontos base no primeiro semestre de 2021, para 69 pontos base no mesmo período este ano.

A CGD reportou um baixo rácio de sinistralidade do crédito e reduzida exposição a crédito non-performing (2,6% e 2,1%, respectivamente). Para o crédito NPL, o rácio de cobertura por imparidades é de 108,8%, para os NPE a cobertura por imparidades é de 99,7%.

A qualidade dos ativos beneficiou da descida do rácio de NPL para 2,6%, enquanto o rácio NPL líquido de imparidades totais permaneceu em 0% (zero). Os imóveis detidos para venda reduziram 15% para 339 milhões de euros, o valor mais baixo desde 2008, explicou a CGD.

O Santander Totta reportou um rácio de NPE de 2,20% e um rácio de cobertura por imparidades de 82,10%. O custo do risco de crédito é o mais baixo do sector, com apenas 0,01%.

Já o BPI reportou um rácio de NPE de 1,6% e de NPL de 2% e uma cobertura por imparidades de 84%. A boa qualidade da carteira de crédito é uma bandeira do banco liderado por João Pedro Oliveira e Costa.

O Grupo Crédito Agrícola destacou ainda, no que respeita à qualidade da carteira de crédito anteriormente sujeita a moratória, que à data de 30 de Junho de 2022 ascendia a 2.615 milhões de euros (moratórias expiradas), que 88,5% desta exposição correspondia a crédito performing e 11,5% diziam respeito a non-performing exposures (operações classificadas como stage 3), o que compara com uma percentagem de exposições não produtivas de 5,22% (stage 3) ao nível da carteira total.

Imóveis recebidos em dação, como estão os bancos?

No primeiro semestre de 2022, os imóveis detidos para venda pelo Grupo CA reduziram-se em 12,8% para 336,8 milhões de euros (exposição directa e indirecta).

O Novobanco reportou que os outros resultados de exploração, no valor de 73,2 milhões em junho, incluem ganhos com a venda de um portefólio de imóveis logística) no valor de 77,1 milhões de euros (+58,5 milhões líquido de interesses minoritários).

Do total dos 909 milhões de euros de valor de balanço dos imóveis no Novobanco, apenas 168 milhões (valor líquido) resulta de imóveis recebidos por dação em cumprimento de crédito. Os restantes 741 milhões referem-se a propriedades de investimento e outros.

O Novobanco reportou um aumento no acumulado do ano de exposição a imóveis (Real Estate) para 909 milhões de euros devido à reavaliação dos ativos com base no preço de venda acordado em SPAs – Sales and Purchase Agreement (pro-forma Net Book Value -15%).

Em junho, a exposição a imobiliário do Novobanco subiu para 2% do total dos ativos. Contando com a venda de um portefólio de imóveis (logística) no valor de 77,1 milhões de euros (58,5 milhões líquidos de interesses que não controlam) essa percentagem baixa para 1,5%. Isto excluindo 208 milhões de euros de Net Book Value destes imóveis de logística, cuja venda foi fechada já em julho.

Na CGD, os imóveis detidos para venda reduziram 15% no semestre, para 339 milhões de euros e a cobertura por imparidades estava em 50%.

O BCP reportou que se verificou uma redução nos ativos não correntes detidos para venda, nomeadamente na carteira de imóveis recebidos em dação. O banco liderado por Miguel Maya registava em junho um valor em balanço de 356 milhões de imóveis recebidos por recuperação de crédito, sobre os quais foram constituídas imparidades no valor de 70 milhões (valor líquido de imparidade era assim de 286 milhões.

“A carteira líquida de imóveis recebidos por recuperação reduziu-se 48,1% entre junho de 2021 e junho de 2022 e 36,3% face a dezembro de 2021. O valor da carteira, calculado por avaliadores independentes, situa-se 31% [em Junho] acima do respetivo valor contabilístico”, anunciou o banco.

O BCP vendeu 957 imóveis no primeiro semestre de 2022 (o que compara com 942 imóveis em igual período de 2021), tendo o valor de venda (190 milhões de euros) excedido o valor contabilístico em 25 milhões.

Já no BPI os imóveis obtidos por dação em cumprimento de crédito tinham um valor líquido no balanço de três milhões de euros, o que é irrisório.

Crédito Agrícola e Santander são os mais capitalizados

Em cumprimento das regras CRD IV/CRR, o Grupo Crédito Agrícola apresentou um nível de solvabilidade, medido pelos rácios common equity tier 1 (CET1) e de fundos próprios totais de 18,7% (excluindo resultado líquido do período), um rácio de alavancagem de 6,8%, um rácio de cobertura de liquidez (LCR) de 481,6%, e um rácio de financiamento estável (NSFR) de 154,9%, todos acima dos níveis mínimos recomendados.

Só superado pelo Santander Totta que reportou um rácio Common Equity Tier 1 (CET1), calculado de acordo com as normas da CRR/CDR IV, de 21,4% (fully implemented), a junho de 2022 (uma redução de 0,4pp face ao mesmo período de 2021), “refletindo a capacidade de geração orgânica de capital, assim como a gestão dos ativos ponderados por risco”.

Face ao final de 2021, o rácio de capital CET1 do banco liderado por Pedro Castro e Almeida reduziu-se em 3,8pp, refletindo a decisão do Conselho de Administração do Santander em Portugal de retomar a distribuição de dividendos no ano de 2022.

Em terceiro lugar, o banco mais capitalizado é a CGD com 18,% de rácio CET1 (fully loaded). Em quarto surge o BPI com um rácio de CET1 de 13,60%; depois o Banco Montepio com o CET1 de 12,6%;  Novobanco com 11,80% e o BCP com 11,30% de rácio de CET1.

No entanto o Novobanco, já este mês, revelou que a venda dos fundos de reestruturação da ECS tdm um impacto de 25 pontos base no rácio de capital, que se vem juntar aos 40 pontos base obtidos com a venda da sede. Estas operações permitem colocar o rácio de capital CET1 nos 12,45%.

Na semana passada, em comunicado ao mercado, o Novobanco informou que, “juntamente com outros  vendedores, foi assinado um contrato de compra e venda e outros acordos com fundos de  investimentos geridos por Davidson Kempner Capital Management LP, relacionados com a venda de participações no Fundo Recuperação Turismo, Fundo de Capital  de Risco e FLIT – PTREL, SICAV-SIF,, bem como alguns outros ativos atualmente detidos por Fundo Recuperação, também denominado por ‘Project Crow’”.

Tal como o JE avançou o “Projecto Crow” contempla 100% do FLIT, 100% do Fundo Recuperação Turismo e quatro ativos e imóveis do Fundo de Recuperação.

O valor pago pela DK rondará os 850 milhões de euros, tal como noticiou o Jornal Económico.

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