Setor do retalho vive um tempo de “inovação ou morte”

Os grande desafios são saber gerir a ambiguidade num mundo cada vez mais incerto


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Tal como no tempo das descobertas, o retalho vive na premissa “inovação ou morte”.  A frase é de  Jonathan Reynolds, um dos maiores especialistas mundiais em retalho e gestão de centros comerciais de foi dita na PRAGMA Conference The Future of Retail.

Reynolds referiu que o setor vive um momento de mudança sem precedentes, em que as flutuações económicas convivem com a emergência das tecnologias cada vez mais omnipresentes, que levam à omnicanalidade. Para que a indústria do retalho sobreviva e se afirme neste enquadramento, é fundamental explorar a inovação e implementar a mudança. E é preciso inovar em sistema integrado.

Os grande desafios são saber gerir a ambiguidade num mundo cada vez mais incerto (incerteza na confiança dos consumidores, no avanço das tecnologias e da concorrência, cada vez maior) e conhecer profundamente o cliente. Reynolds caraterizou o setor como “uma parte gigantesca” da economia europeia, representando 3,7 milhões de empresas (15% das empresas privadas não financeiras), e mais de 152 milhões de metros quadrados de centros comerciais.

OJE

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