Sindicato dos Professores da Madeira desconvoca manifestação de 20 de dezembro

A estrutura sindical e a Secretaria Regional da Educação vai iniciar uma negociação em janeiro onde o Sindicato dos Professores da Madeira espera que seja definido os pormenores deste processo de recuperação.

O Sindicato dos Professores da Madeira (SPM) desconvocou o protesto de 20 de dezembro. A Secretaria Regional da Educação (SRE), diz a estrutura sindical, comprometeu-se com um processo de contagem integral do tempo de serviço prestado nos períodos de congelamento.

Em comunicado o SPM afirma que “face aos compromissos assumidos pela SRE” e “como prova de boa-fé negocial” resolveu desconvocar a manifestação.

O SPM diz ainda que “congratula os professores e educadores da Região” pelo envolvimento “nas lutas que o SPM tem promovido na defesa dos direitos dos docentes” sobretudo pela “recuperação de todo o tempo de serviço e consequente reposicionamento na carreira”.

A estrutura sindical destaca que foi esta luta que levou “a SRE a comprometer-se com um processo de contagem integral (9 anos, 4 meses e 2 dias) do tempo de serviço prestado nos dois períodos de congelamento”.

O SPM realça que irá iniciar-se em janeiro uma negociação com a secretaria regional e que será aí “o momento de definir os pormenores deste processo de recuperação de tempo de serviço”.

Recomendadas

Comprar presentes de Natal a crédito é uma boa opção? Saiba aqui

É fácil comprar usando o cartão de crédito ou contratando um crédito. No caso do empréstimo pessoal, este crédito é chamado de fácil aprovação, mas não é barato.

Reputação!

Num mundo que todos dizem pretender agregar, ainda que alguns o façam pela lei da força, a Union Jack apostou no afastamento! Se o Reino Unido fosse submetido a uma página de feedback do Amazon ou do Aliexpress, receberia 1 estrela, por engano ao cliente e principalmente por mentira “in House”.

Funchal: PAN critica “tiques de absolutismo” de PSD e CDS-PP

O partido diz que o Orçamento Municipal do Funchal, que foi aprovado na Assembleia Municipal, permite concluir que estamos perante uma vereação “sem rasgo, sem ideias, conduzida por um presidente de Câmara, Pedro Calado, cuja capacidade de resolução de problemas já é considerada, por um número crescente e cada vez maior de habitantes do Funchal, como uma desilusão”.
Comentários