Sindicatos da UGT acusam Parvalorem de congelar salários e pedem intervenção da tutela

“Apesar das tentativas de negociação do Mais, SBC e SBN, e contrariando um despacho do Ministério das Finanças, a empresa pública continua a recursar-se a negociar a atualização das componentes remuneratórias previstas no ACT”, avançam. Os sindicatos dizem ainda que solicitaram uma reunião à tutela. 

Os sindicatos filiados na UGT – Mais, Sindicato dos Bancários do Centro e Sindicato dos Trabalhadores do Sector Financeiro de Portugal (SBN) – acusam a Parvalorem, que herdou os ativo do BPN, de “recursar-se a negociar a atualização das componentes remuneratórias previstas no ACT”.

“Apesar das tentativas de negociação do Mais, SBC e SBN, e contrariando um despacho do Ministério das Finanças, a empresa pública continua a recusar-se a negociar a atualização das componentes remuneratórias previstas no ACT (Acordo Coletivo de Trabalho)”, avançam em comunicado. Os sindicatos dizem ainda que solicitaram uma reunião à tutela.

“Desde a publicação do ACT da Parvalorem em 2021 (convenção que abrange igualmente a Imofundos), em todas as reuniões ocorridas com estes sindicatos para atualização da tabela e cláusulas de expressão pecuniária a administração tem reiterado a intenção de não efetuar qualquer aumento, alegando a situação de empresa em reestruturação e a necessidade de estabilização da estrutura interna”, lê-se no comunicado.

“Não aceitando essa posição, os sindicatos insistiram na necessidade de melhorar as condições remuneratórias, no mínimo pela mesma percentagem em que o tinha sido a função pública para 2022. Tudo foi recusado, mantendo a Parvalorem uma postura incompreensivelmente intransigente”, revelam os sindicatos.

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