PremiumSociedade de advogados PRA prevê fechar 2021 com faturação de 10 milhões de euros

A sociedade de advogados – liderada por Pedro Raposo e Miguel Miranda – explica que o volume de negócios deste ano foi impulsionado, sobretudo, pelos departamentos de Corporate/Aquisições e Fusões (M&A) e Direito Laboral.

A sociedade de advogados PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados está pronta para navegar os mares jurídicos da Europa e aliar-se a uma rede ou escritório europeu que lhe permita crescer além-fronteiras a partir do próximo ano, quando completa 21 anos no mercado. Por cá, o foco está na pérola do Atlântico, o único arquipélago no qual não tem presença física, referiu Miguel Miranda, managing partner e sócio, em entrevista à JE TV.

Em abril implementaram um novo modelo de governança, que o colocou como managing partner e Pedro Raposo passou a chairman. Volvidos oito meses, fez sentido esta separação de poderes?
Fizemos este ano uma reestruturação do nosso mecanismo de governance em consonância com o crescimento da sociedade e por imposição até da própria sociedade, da forma como estava a desenvolver a sua atividade. Há seis anos, estávamos aqui a falar de uma sociedade que tinha menos de metade das pessoas que tem hoje e tinha quatro localizações de escritórios. Hoje temos seis localizações e um volume de trabalho, de clientes e de negócios muito superior àquele que existia à data. Tudo isso implicou que fôssemos pensando, refletindo e mudando o modelo de governance da sociedade. Profissionalizámos mais um pouco esse modelo, que consistiu em separar o conselho de administração da comissão executiva, que concentra os poderes executivos, seguindo um determinado modelo que consideramos que atualmente é o mais eficiente para fazer a gestão da sociedade e é suportado por um conjunto de áreas de gestão além dos serviços jurídicos (qualidade, recursos humanos, tecnologias da informação, compliance…). É um processo de transição pacífico. O momento em que é ocorre não é propriamente o mais típico de todos devido a este fenómeno sanitário, que nos causa algumas restrições, mas não ponderámos sequer adiar. Já tínhamos a “experiência” de um ano de pandemia, em que houve uma adaptação do modelo de trabalho, mas não dos objetivos que tínhamos traçado, que se mantiveram.

 

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