Sonder revoluciona marketing publicitário

“O standard não é solução. É a diferença a chave para a evolução”. É este o lema da Sonder – People Management, a startup pensada e fundada por Frederico Canto e Castro, uma empresa que, na verdade, procura as pessoas certas para cada anúncio publicitário. “Não somos a típica agência de modelos. Não nos focamos […]

“O standard não é solução. É a diferença a chave para a evolução”. É este o lema da Sonder – People Management, a startup pensada e fundada por Frederico Canto e Castro, uma empresa que, na verdade, procura as pessoas certas para cada anúncio publicitário.

“Não somos a típica agência de modelos. Não nos focamos em agenciar poucas pessoas, todas elas muito bonitas. Somos uma agência de modelos moderna. Procuramos pessoas reais, mas com algo que as diferencie. Pessoas com atitude e personalidade. Temos mais de 1.000 agenciados e planeamos ter muito mais”, diz Frederico Canto e Castro.

O CEO da Sonder realça que quer ter “todo o tipo de pessoas” na sua comunidade, “é isso que nos diferencia dos nossos concorrentes. Todos os nossos agenciados estão em regime de exclusividade, mas é uma exclusividade diferente. Enquanto gostarem do nosso trabalho estão apenas connosco, se algum dia decidirem sair por algum motivo são livres de o fazer. Não temos contratos com validade, temos acordos de confiança”.

Tudo isto porque o marketing evoluiu muito nos últimos anos. Para que o consumidor compre um produto, é necessário que se identifique com a pessoa que o está a vender. Sem identificação não se cria confiança. Assim, a Sonder providencia aos seus clientes, pessoas com as quais os seus consumidores se possam identificar. O chamado real people.

Frederico Canto e Castro acredita que o marketing é “cada vez mais importante para as marcas. Marketing não é tudo, mas é quase tudo. Para que uma marca seja duradoura deve criar lealdade com os seus clientes, isto se não quiser apostar numa estratégia de ter constantemente os preços mais baixos – e mesmo assim tem de o estar sempre a comunicar”.

Por outro lado, este empreendedor defende que “as pessoas reais sempre foram opinion leaders. Sempre seguimos as pessoas que nos inspiram no dia-a-dia, sejam os nossos pais, amigos, o melhor jogador da nossa equipa, o miúdo mais fixe ou a miúda mais gira. Obviamente que estrelas de Hollywood ou Cristianos Ronaldos vão sempre influenciar a nossa forma de ser, mas as pessoas reais são a nossa inspiração diária. O fenómeno do real people está a despertar para a consciência dos marketeers porque as marcas querem estar mais próximas dos seus clientes, e por isso querem colocar o seu consumidor dos dois lados do ecrã”.

[button color=”white” size=”normal” alignment=”center” rel=”follow” openin=”samewindow” url=”www.startupmag.pt/subscrever”]Para continuar a ler consulte a edição de Dezembro[/button]

Recomendadas

JE Bom Dia: ‘Money Supply’ na Europa é conhecida num contexto de subida de taxas de juro

Por cá, o Banco de Portugal divulga os dados de crédito ao sector privado em outubro, e será um dia parado no Parlamento depois da aprovação do Orçamento do Estado na passada sexta-feira.

Topo da Agenda: o que não pode perder nos mercados e na economia esta semana

Uma semana rica em dados da inflação na Europa, que os mercados analisarão com atenção na busca de sinais sobre a política monetária de médio-prazo do BCE, que tem vários responsáveis a discursar. Também nos EUA e Inglaterra os responsáveis pelos bancos centrais discursam na antecâmara da última reunião do ano.

PRR, mesmo sem inflação, sofreria dos mesmos problemas

Execução da bazuca enfrentaria dificuldades com burocracia e mudanças na economia global, reforçando papel dos contabilistas.