Springwater voltará a comprar em Portugal

Martin Gruschka, um dos fundadores e sócio gerente da empresa suíça Springwater, afirmou que estão a ponderar a eventual compra de capital em várias empresas portuguesas. “Estamos a olhar para várias companhias em Portugal”, indicou o mesmo responsável numa conferência de imprensa realizada em Lisboa, sobre a aquisição da Espírito Santo Viagens pela empresa de […]

Martin Gruschka, um dos fundadores e sócio gerente da empresa suíça Springwater, afirmou que estão a ponderar a eventual compra de capital em várias empresas portuguesas.

“Estamos a olhar para várias companhias em Portugal”, indicou o mesmo responsável numa conferência de imprensa realizada em Lisboa, sobre a aquisição da Espírito Santo Viagens pela empresa de capital de risco.

Martin Gruschka sublinhou que a Springwater “não tem preferências por setores”, mas não deu mais detalhes sobre os ativos que estão a ser avaliados, dizendo apenas que o setor imobiliário não é do interesse da empresa.

“Há três anos começámos a investir em Espanha e agora confirmámos que Portugal tem grandes oportunidades para investidores estrangeiros”, disse ainda.

A empresa suíça, fundada em 2001 por Martin Gruschka e Manilo Marocco, é uma firma privada com a estratégia de adquirir posições em empresas que estejam em situação especial, referiu o mesmo responsável.

Tanto a Europa do Norte como a Península Ibérica são mercados estratégicos para a Springwater, que pretende manter aí “uma política ativa de aquisição de ativos”, informa uma nota de imprensa também hoje divulgada.

Um dos setores onde a empresa tem vindo a investir é o turismo, com várias aquisições. No início de 2014, a Springwater adquiriu à Royal Caribbean a maioria do capital da Pullmantur, com exceção do negócio de cruzeiros.

Recomendadas

Cinco milhões para ações de emergência na serra da Estrela até final do ano

O ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, disse que o Fundo Ambiental disponibiliza, até ao final do ano, cerca de cinco milhões de euros para ações de emergência.

Costa Silva: Próximos anos não vão ser “cor-de-rosa” para a economia portuguesa

António Costa Silva, ministro da Economia, afirma que “não é com receitas do passado que vamos resolver os problemas”, defendendo que “para resolver os problemas de curto prazo, precisamos de uma visão de longo prazo”.

Dionísio Pestana pede reforma dos impostos como apoio às empresas

O presidente do Grupo Pestana afirma não precisar de ajudas diretas, perante o cenário de incerteza, mas pede ao Governo que avance com uma reforma nos impostos, apontando para a TSU.