Stand-by. Futuro de Dilma em análise dia 16

Tribunal suspendeu a comissão especial parlamentar encarregada de examinar o pedido de “impeachment”.


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A crise política que o Brasil está a enfrentar tem sido feita de avanços, recuos e agora entrou numa fase de stand-by.

Esta semana, apenas algumas horas antes da comissão especial criada para analisar o pedido de destituição da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, entrar em funcionamento, o Supremo Tribunal Federal brasileiro anunciou que tinha acabado de suspendê-la.

Com esta medida, solicitada pelo Partido Comunista do Brasil, o processo de “impeachment” de Dilma ficou suspenso até ao próximo dia 16 de dezembro, dia em que o tribunal vai reunir em sessão plenária para estudar a validade do procedimento.

Por outro lado, a tensão voltou a agravar-se com a revelação de uma carta do vice-presidente do Brasil, na qual se queixa da “desconfiança” da Presidente.

Michel Temer achou “oportuno” vir queixar-se de ter sido tratado como um “vice-presidente decorativo, secundário e acessório” ao longo do primeiro mandato de Dilma, reportando-se assim ao período de 2010 a 2014. “Sempre tive ciente da absoluta desconfiança da senhora em relação a mim e ao PMDB [Partido do Movimento Democrático Nacional]. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo”, sublinha Temer na carta que qualifica como “um desabafo que já deveria ter sido feito há muito tempo”.

Temer tem vindo a abster-se de se pronunciar sobre o pedido de destituição de Rousseff e o PMDB encontra-se dividido em relação a este assunto. “Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção”, termina.
Em nenhum momento da carta Temer formaliza explicitamente uma rutura com Dilma, mas a crise está instalada.

OJE

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