Startups portuguesas à conquista dos EUA

A Startup Braga, em parceria com a FLAD está nos EUA a promover um roadshow com as cinco startups selecionadas no 2º Programa de Aceleração. Carlos Oliveira, CEO da Startup Braga, disse ao OJE que o 1º dia nos EUA foi para reunir com sociedades de capital de risco e com visitas ao Cambridge Innovation […]


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A Startup Braga, em parceria com a FLAD está nos EUA a promover um roadshow com as cinco startups selecionadas no 2º Programa de Aceleração.

Carlos Oliveira, CEO da Startup Braga, disse ao OJE que o 1º dia nos EUA foi para reunir com sociedades de capital de risco e com visitas ao Cambridge Innovation Center, um complexo ligado ao IMT. A tarde de hoje será aproveitada para encontros com empresas da área da comunicação e amanhã os trabalhos continuarão em Boston, onde farão novos encontros com capitais de risco e com escritórios de advogados que têm vindo a assessorar este tipo de empresas a arrancarem nos EUA. O network vai continuar na 4ª feira em S. Francisco onde o roadshow continuará com empreendedores portugueses que já estão instalados em Silicon Valley. Carlos Oliveira destaca o grande objetivo que é desenvolver relações entre os EUA e Portugal. O roadshow termina na 6ª feira, dia 23, sendo que durante os vários dias de trabalho as empresas portuguesas apresentarão os projetos a investidores e trocarão experiências com entidades de referência, caso da Google e da MIT.

Neste roadshow há um ponto alto: a  apresentação da West to West, uma ONG constituída por portugueses e que são líderes de companhias já estabelecidos nos EUA e investidores, e que tem como objetivo, de uma forma colaborativa e altruísta, apoiar a internacionalização de empresas sediadas em Portugal. A West to West aturá como alavanca.

Recorde-se que a startup escolhida, a Stocketin recebeu um prémio de 100 mil euros de investimento do Caixa Capital. O projeto envolve um sistema de troca ou venda de bilhetes para quem não possa ou não queira ir a um evento. Nesta viagem estão também presentes a Performetric, uma empresa que apresenta um sistema de monitorização de fadiga mental em tempo real; e ainda a Glymt, um motor de pesquisa que permite pesquisar o mundo para descobrir ou revisitar lugares através de vídeos ou encomendar a produção a membros da comunidade. Estão ainda presentes a Music You, uma aplicação que permite partilhar qualquer momento em fotografia com música; e ainda a Loqe, uma aplicação que permite a dupla autenticação de uma operação efetuada por um utilizar online.

Entretanto Carlos Oliveira disse ao OJE que estão abertas as candidaturas para o 3º Programa de Aceleração, a ocorrer em 2016 e que também terá o apoio do Caixa Capital com um investimento de 100 mil euros na startup vencedora. O próximo programa aceita inscrições até 30 de outubro.

Por Vítor Norinha/OJE

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