Tancos: Conselho de Estado autoriza primeiro-ministro a depor por escrito

O pedido do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) para ouvir o primeiro-ministro, António Costa, como testemunha no processo de Tancos chegou ao Conselho de Estado no dia 16 de dezembro. Foi aceite esta quinta-feira.

António Costa Assina OE2020
António Costa

O Conselho de Estado decidiu autorizar o primeiro-ministro, António Costa, a depor por escrito na qualidade de testemunha no processo de Tancos, depois de ouvido o próprio, anunciou hoje a Presidência da República.

Segundo uma nota publicada no portal da Presidência da República na Internet, “a totalidade das respostas recebidas dos conselheiros de Estado traduz uma autorização unânime no sentido indicado”.

O pedido do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) para ouvir o primeiro-ministro, António Costa, como testemunha no processo de Tancos chegou ao Conselho de Estado no dia 16 de dezembro.

“O Conselho de Estado, depois de ouvido o interessado, deliberou autorizar o primeiro-ministro a depor, por escrito, na qualidade de testemunha, no processo 661/17.1TELSB, que corre termos na Secção Única do TCIC de Lisboa”, lê-se na nota hoje divulgada pela Presidência da República.

Recomendadas

PJ faz buscas em instalações do INEM

A Polícia Judiciária está a realizar buscas em diversas instalações do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), no âmbito de uma investigação relacionada com irregularidades na gestão de pessoal, confirmou à Lusa fonte policial.

BES/GES: Juiz adia diligências devido a requerimento que contesta substituição de Ivo Rosa

Segundo o despacho desta segunda-feira do juiz, a que a Lusa teve hoje acesso, o adiamento é justificado pelo tempo necessário para as partes se pronunciarem sobre este documento, no qual é contestado o processo de substituição do juiz de instrução Ivo Rosa pelo Conselho Superior da Magistratura.

Três adeptos impedidos de entrar em estádios por intolerância no Estoril Praia-FC Porto

Os três indivíduos podem ser punidos com coimas entre os mil e os 10 mil euros e com pena de interdição de acesso a recintos desportivos até dois anos.
Comentários