Marta Temido

Cinco meses depois do Governo ter tomado posse, deu-se a primeira saída de peso do novo executivo. Num verão marcado pela crise nas urgências hospitalares do Serviço Nacional de Saúde, com especial incidência na especialidade de ginecologia-obstetrícia e com Marta Temido a ser fortemente contestada (sobretudo pelos médicos), a queda do Governo acabou por ser acelerada devido à morte de uma grávida que foi transferida por não haver vagas na unidade de neonatologia do Hospital de Santa Maria. Nas palavras da ministra, a governante saiu “por entender que deixou de ter condições para se manter no cargo”. Seria substituída por Manuel Pizarro e com Temido saíram também António Lacerda Sales, secretário de Estado adjunto e da Saúde e Fátima Fonseca, secretária de Estado da Saúde.

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