Taxa de empregos disponíveis no terceiro trimestre foi de 1,7% na UE e zona euro

A taxa de empregos vagos subiu muito ligeiramente em relação ao trimestre anterior, ficando ainda abaixo do que se verificava há um ano atrás. Portugal registou a segunda taxa mais baixa, a par da Polónia.

A taxa de empregos vagos na União Europeia (UE) foi, no terceiro trimestre de 2020, de 1,7%, o mesmo verificado para a zona euro. Este resultado, divulgado nesta terça-feira pelo Eurostat, mostra um aumento em relação ao 1,6% verificados no trimestre anterior, mas é inferior aos 2,2% registados em igual período do ano passado.

Portugal registou, a par com a Polónia, a segunda taxa mais baixa de empregos vagos, que ficou pelos 0,7%, ligeiramente abaixo do que sucedeu na Grécia, onde o indicador marcou 0,5% de empregos vagos no período em análise. Por outro lado, a República Checa verificou a taxa mais alta, com 5,3%, seguida pela Bélgica e Países Baixos, com 3,3% e 2,5%, respetivamente.

Analisando cada estado-membro verifica-se que este indicador caiu em termos homólogos em 24 das economias que compõem a zona euro, sendo que apenas aumentou 0,1 pontos percentuais (pp) em França e Bulgária, tendo-se mantido estável na Lituânia.

Em termos sectoriais, a área dos serviços verificou 1,7% de empregos vagos ao nível da UE e da zona euro. Já na indústria e construção, a zona euro registou 1,5% e a UE 1,6%.

Recomendadas

Portugal reforça cuidados em embaixadas após cartas armadilhadas em Espanha

“Estamos a dar indicações às nossas embaixadas para terem atenção redobrada a encomendas ou correio que recebam”, disse, em declarações à agência Lusa, João Gomes Cravinho, a partir de Lodz (Polónia), garantindo que as missões portuguesas no exterior “estão atentas, em função do que aconteceu em Espanha nos últimos dias”.

Alteradas quatro declarações modelo usadas na entrega do IRS

As mudanças hoje publicadas vigoram a partir de 1 de janeiro e são justificadas com as alterações ao Estatuto da Ordem dos Contabilistas Certificados, relativo ao justo impedimento de curta duração, mas quanto à declaração anual de rendas (modelo 44) é também introduzida a obrigação de entrega exclusivamente por transmissão eletrónica de dados, a partir de 2023.

Juro médio dos novos depósitos de particulares dispara em outubro para máximo de cinco anos

Segundo os dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP), “em outubro o montante de novos depósitos a prazo de particulares foi de 4.726 milhões de euros, remunerados a uma taxa de juro média de 0,24%”.
Comentários