Taxa de poupança das famílias recua e atinge os 6,7%

Os dados relativos a 2019 foram hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística. A taxa recuou porque houve um “aumento do rendimento disponível inferior ao da despesa de consumo final”.

A taxa de poupança das famílias recuou em 0,1 pontos percentuais para 6,7% do rendimento disponível em 2019, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Isto aconteceu devido ao “aumento do rendimento disponível inferior ao da despesa de consumo final (0,7% e 0,8%, respetivamente)”.

Já a capacidade de financiamento das famílias situou-se em 1,6% do PIB em 2019.

Conforme explica o INE, a taxa de poupança das famílias mede a “parte do rendimento disponível que não é utilizado em consumo final, sendo calculada através do rácio entre a poupança bruta e o rendimento disponível (inclui ajustamento pela variação da participação líquida das Famílias nos fundos de pensões)”.

Por sua vez, o rendimento disponível bruto das famílias ajustado (RDBa) per capita cresceu 0,8% no quarto trimestre do ano, face ao trimestre anterior, para os 16,2 mil euros.

O aumento do rendimento disponível das famílias foi determinado pelo “crescimento de 1,1% das remunerações no 4º trimestre de 2019 (1,2% no trimestre anterior)”.

 

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