Taxa de variação homóloga dos preços de consumidor fixa-se em 2,6% em novembro

Segundo o gabinete, o indicador de inflação subjacente, índice que exclui produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma variação de 1,7%, superior em 0,6 p.p. face à do mês anterior.

A taxa de variação homóloga do índice de preços no consumidor (IPC) foi de 2,6% em novembro de 2021, o que corresponde a um valor superior em 0,8 pontos percentuais (p.p.) face à taxa registada no mês anterior, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE, publicados esta terça-feira, 14 de dezembro.

Segundo o gabinete, o indicador de inflação subjacente, índice que exclui produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma variação de 1,7%, superior em 0,6 p.p. face à do mês anterior.

A taxa de variação homóloga do índice relativamente aos produtos energéticos foi de 14,1%, quando em outubro tinha sido de 13,4%. Por sua vez, o índice dos produtos alimentares não transformados apresentou uma variação de 0,8%, sendo que a de outubro se situou em 0,7%.

O gabinete estatístico destaca ainda o aumento das taxas de variação homóloga das classes do Lazer, recreação e cultura e dos Restaurantes e hotéis com variações de 3,1% e 2,8%, respetivamente. No sentido oposto, o INE assinala as diminuições das taxas de variação homóloga das classes das Comunicações e da Saúde, com variações de 0,5% e 1,1%, respetivamente (1,4% e 1,8% no mês anterior).

Em novembro de 2021, o IPC registou uma taxa de variação mensal de 0,4% (0,5% no mês anterior e -0,3% em novembro de 2020). Excluindo os produtos alimentares não transformados e energéticos, a variação do IPC foi 0,3% (valor idêntico no mês anterior e -0,3% em novembro de 2020).

Assim, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 2,6%, taxa superior em 0,8 p.p. à verificada
no mês anterior.

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