Premium“Técnicos não podem ter um poder arbitrário”

Arquiteta defende que é preciso encontrar soluções para um problema envolvido em muita burocracia e que pode levar as pessoas a optar por outros caminhos. “É preciso sentir que há uma procura das câmaras para as coisas avançarem”.

É um dos temas que mais preocupa o sector imobiliário português. A questão do licenciamento de projetos tem sido alvo de várias análises e debates entre os especialistas do mercado, mas tarda em resolver-se. “A burocracia também não ajuda, existem muitos regulamentos que têm de ser vistos. É muito difícil fazer andar as coisas para a frente. Não pode haver um poder arbitrário dos técnicos: um não pode dizer que sim e o outro achar que não”, refere em entrevista ao Jornal Económico (JE), Mariana Morgado Pedroso, arquiteta e diretora do Architect Your Home Portugal (AYH).

Lisboa é uma das cidades onde a problemática do licenciamento se faz sentir em relação à morosidade dos processos. Um ano e três meses depois de Carlos Moedas ter tomado posse como novo presidente da autarquia, a responsável não vê para já sinais de mudança nesta questão.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Americanos são os estrangeiros que mais procuram por casa em Lisboa. Brasileiros lideram no Porto

Já a procura internacional por casas para arrendar é liderada por cidadãos brasileiros nas duas principais cidades. Funchal e Ponta Delgada são as cidades onde os estrangeiros pesam mais na procura de casas para comprar.

Edifício alugado ao BNP Paribas comprado pelo Fundo do Crédito Agrícola (com áudio)

O empreendimento de escritórios com perto de 8.200 m2 de área bruta construtiva distribuída por nove pisos e 55 lugares de estacionamento estava alugado ao BNP Paribas desde 2015. Negócio foi intermediado pela consultora Cushman & Wakefield.

“Vamos faturar seis a oito milhões de euros em 2023”. Imobiliária de luxo norte-americana define objetivo para Portugal

A ‘The Agency Portugal’ pretende ter mil imóveis em carteira em 2023, tendo como objetivo vender 200 habitações para faturar no final do ano entre seis a oito milhões de euros. “Portugal é um dos países com o mercado imobiliário mais dinâmico e um dos mais apetecíveis, quer para morar, quer para investir”, revelou o sócio-gerente em entrevista ao JE.
Comentários