Tese de Khadija Benis do Técnico vence Prémio André Jordan 2020

Francisco Portugal e Gomes, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, foi agraciado com uma Menção Honrosa, também na categoria Teses de Doutoramento/Artigos Científicos. 

Instituto Superior Técnico

A tese de Khadija Benis, investigador do Instituto Superior Técnico, da Universidade de Lisboa, venceu o Prémio André Jordan na categoria Teses de Doutoramento/Artigos Científicos.

A investigação, intitulada “Building-Integrated Agriculture (BIA) in urban contexts – methodological contributions to sustainability assessment”, desafia as cidades a promover uma mudança de paradigma do ponto de vista da sustentabilidade alimentar, com impacto nas cadeias de distribuição, apostando no que se designa por ‘Building Integrated Agriculture’. Ou seja, promove a produção alimentar em coberturas ou fachadas dos edifícios, com ganhos de conforto térmico para estes.

“É uma visão que ganha especial relevo num contexto Covid, abrindo novas possibilidades num mundo em mudança”, sublinha o júri presidido por Augusto Mateus.

No ano em que assinala 10 anos, o Prémio André Jordan bateu novo recorde de candidaturas, com 47 trabalhos apresentados a concurso: 14 na classe de Mestrados, 13 na de Doutoramentos e 20 na de Artigos Científicos.

Francisco Portugal e Gomes, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, foi agraciado com uma Menção Honrosa, com a tese “Inquérito à Arquitetura Regional Portuguesa: contributo para o entendimento das causas do problema da ‘casa portuguesa’”. Este trabalho compreende duas partes: um inquérito que reporta ao estudo que, na ocasião da sua realização pôs fim à questão da “casa portuguesa”, constituído no final da década de 50 do século XX a base da decisiva viragem que ocorreu na arquitetura moderna produzida em Portugal, e uma segunda parte, que visa colmatar uma lacuna na historiografia da arquitetura, acerca das causas do problema da ‘casa portuguesa’.

 

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