TODOS, um hub visual inovador e integrado

A TODOS assume-se como um hub criativo e de prestação de serviços nas áreas de film services, fotografia, cinema, design, arte, música e comunicação. O ponto de partida de estabelecimento desta ideia é a resposta a uma necessidade não preenchida no panorama da oferta de serviços integrados na área dos audiovisuais na cidade de Lisboa.  […]

A TODOS assume-se como um hub criativo e de prestação de serviços nas áreas de film services, fotografia, cinema, design, arte, música e comunicação.

O ponto de partida de estabelecimento desta ideia é a resposta a uma necessidade não preenchida no panorama da oferta de serviços integrados na área dos audiovisuais na cidade de Lisboa.  — A solução encontrada para derimir essa lacuna não é uma “nova tecnologia disruptiva” e que quebre ciclos de inércia, mas sim um “novo modelo de negócio”: a prestação de serviços integrados para a indústria criativa, recorrendo a múltiplas formas de fazer que se sedimentam em know-how já musculado no mercado e um princípio basilar de constante cruzamento de valências criativas.

A TODOS estabeleceu-se na zona oriental de Lisboa, Poço do Bispo – Marvilla, historicamente ligada à indústria fabril e ao armazenamento de matérias- primas. Para este efeito revitalizaram um espaço de 1600 m2 e juntaram num só espaço diversas empresas e profissionais de áreas complementares e com mercados e clientes pré-estabelecidos.

A TODOS agrega um conjunto de profissionais que prestam de serviços a clientes estrangeiros, um atento e focado paralelismo entre as suas ambições e as da autarquia de Lisboa que suportam e afirmam a TODOS como um projeto de serviço inovador, de interesse não só para a cidade de Lisboa como também para o país, com implementação e exequibilidade já testada dado que, no seu portfólio conta com projetos já concluídos e outros que se encontram em fase de desenvolvimento.

“Estamos convictos que a TODOS trará maior competitividade e inovação a Lisboa, em áreas, atividades e serviços que neste momento ainda se mostram muito frágeis, pontuais e com um pulsar intermitente.” Afirma Frederico Miranda gestor do espaço.

O projeto TODOS distingue-se pelo modelo de negócio que comporta: a estreita inter-relação entre variadíssimos profissionais (quer individuais quer em forma empresarial, todos no activo) das áreas da comunicação, design, da indústria publicitária e cinematográfica, tocando as subáreas ligadas às indústrias criativas, comunicação, film services, design, música, artes plásticas, perfomances, interactividade digital, produção de conteúdos, networking entre outros. “Embarcamos TODOS juntos na prestação de um serviço integrado, interdependente e de sinergias activas na captação de negócio e profissionalização de resposta a marcas, serviços, produtos, empresas e pessoas em todo o mundo. “

O modelo de negócio da TODOS partiu sempre de um pressuposto inicial: captar a atenção de profissionais e empresas que partilham negócio, ambições, e, encontrar uma forma de cooperação sinergética em proximidade diária.

Na TODOS a proximidade humana e de negócio abre em potência um leque de cruzamentos de aptidões artísticas, interesses temáticos, conteúdos invulgares, etc.

Em suma, uma “indústria” cooperativa que para além de estar apta a responder às necessidades imediatas de determinado cliente, vai um pouco mais além na concretização de pequenos projetos pessoais que pela soma de TODOS se transformam em conteúdos tangíveis e pertinentes no mercado comunicacional e das indústrias criativas.

Recomendadas

OE2023: Margem orçamental para função pública está esgotada

Na primeira reunião, realizada na segunda-feira, o Governo indicou que a valorização da administração pública iria custar 1.200 milhões de euros, incluindo aumentos salariais, progressões e promoções e a revisão da tabela remuneratória.

PremiumBdP revê inflação em alta, mas pico já deverá ter passado

Banco central projeta taxa de 7,8%, a mais elevada desde 1993 nos preços, levando a perdas reais nos salários, que crescem a uma taxa mais baixa. Juros em alta não devem criar terramoto na dívida.

PremiumSalário mínimo da Função Pública vai subir 57 euros

A base remuneratória da Administração Pública vai subir 8% em janeiro, o que significa que esses trabalhadores não perderão poder de compra. Já a maioria dos demais funcionários públicos vai ter aumentos abaixo da inflação.