Topo da agenda: o que vai marcar a atualidade esta quarta-feira

A Reserva Federal norte-americana anunciará as decisões depois de uma reunião de dois dias do Federal Open Market Committee. Por cá, no Parlamento, haverá uma audição da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, e do ministro da Defesa, João Gomes Cravinho.

Kevin Lamarque/Reuters

O evento em destaque esta quarta-feira, dia 16 de dezembro, é o anúncio de política monetária da Reserva Federal norte-americana (Fed), por volta das 19h00. Irá o banco central seguir as pisadas do BCE?

A Fed informará sobre as suas decisões depois de o Federal Open Market Committee (FOMC) ter estado reunido durante os últimos dois dias. Alguns analistas esperam que o banco central norte-americano siga as pisadas do Banco Central Europeu e estenda o programa de compras de ativos de emergência, lançado para fazer face à crise provocada pela pandemia de Covid-19.

Por cá, no Parlamento, haverá uma audição da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques (10h30), e do ministro da Defesa, João Gomes Cravinho (10h00)

Outros eventos em foco

  • O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga as estatísticas da inovação referentes a 2018 (11h00)
  • O INE publica as estatísticas do comércio de 2019 (11h00)
  • O Reino Unido conhecerá a evolução do Índice de Preços no Consumidor em novembro (07h00)
  • A França, a Alemanha e o Reino Unido divulgarão o Índice de Gestores de Compras (PMI) nos serviços, na indústria e composto em dezembro (08h15 / 08h30 / 09h30)
  • O Eurostat também publicará os PMI nos serviços, na indústria e composto em dezembro na Europa e União Europeia (10h00)
  • Os Estados Unidos ficarão a saber como evoluíram as vendas a retalho subjacentes em novembro (13h30)
  • Inventários de petróleo bruto (15h30)
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A agência de rating estima que o crescimento real médio do PIB da região é de apenas 0,8% em 2023, significativamente abaixo dos 3,8% em 2022. “Acreditamos que a zona do euro entrará em recessão a partir do quatro trimestre de 2022”, acrescenta.

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A subida da circulação paga do Jornal Económico contraria a tendência do sector e deveu-se às assinaturas digitais, que tiveram um crescimento de 2,9%, mas também às vendas da edição impressa, que registaram um aumento de 19% face ao primeiro trimestre do ano. Este desempenho compara com a descida de 5,8% na circulação paga do líder de mercado, o “Jornal de Negócios”.

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“Não são devidos quaisquer juros ou penalidades associados a este alargamento dos prazos”, diz o Ministério das Finanças em comunicado. Em causa estão os “constrangimentos informáticos verificados temporariamente no Portal das Finanças na manhã de quarta-feira, 30 de novembro”. Prazo terminava ontem.
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