Toyota Caetano Portugal com lucros de 7,3 milhões no semestre

Em comunicado à CMVM, a Toyota Caetano Portugal diz que os resultados líquidos consolidados ascenderam a 7,3 milhões de euros, o que compara com 11,7 milhões em dezembro de 2021 e com 2,98 milhões em junho de 2021.

A empresa liderada por José da Silva Ramos apresentou as contas do primeiro semestre. Em comunicado à CMVM, a Toyota Caetano Portugal diz que os resultados líquidos consolidados ascenderam a 7,3 milhões de euros, o que compara com 11,7 milhões em dezembro de 2021 e com 2,98  milhões em junho de 2021.

“O primeiro semestre de 2022 foi um período desafiante para a Toyota Caetano Portugal, com a sociedade ainda a recuperar dos últimos anos de pandemia, responsáveis por trazer profundas alterações ao dia a dia de trabalho de todas as empresas e ao mercado global”, diz a empresa que lembra que a Europa e o mundo enfrentam agora a incerteza dos mercados económicos e financeiros gerada pelo conflito na Ucrânia.

“A evolução do mercado automóvel no primeiro semestre registou uma quebra acumulada de 10% comparativamente com o ano anterior, sendo esta quebra bastante mais expressiva no mercado de Viaturas Comerciais, que registaram 23% de decréscimo, enquanto no mercado de Viaturas de Passageiros a quebra foi mais ligeira com apenas 7%”, destaca a empresa.

O volume de negócios cresceu 25% num ano; o EBITDA atingiu os 23 milhões, o que compara com 19 milhões no período homólogo. Já o EBITDA ajustado foi de 20 milhões em junho deste ano, acima de 17 milhões em junho de 2021. Houve um aumento de unidades vendidas de 8% para 9.811 veículos.

A autonomia financeira da empresa está em 44% e a dívida líquida é 1,51% do EBITDA ajustado.

Segundo o comunicado a Toyota continuou a evidenciar-se por apresentar um expressivo valor de crescimento de vendas de 16% (de veículos Toyota), “a que correspondeu um total de 6.624 unidades no primeiro semestre e a subida do 6º para o 3º lugar no total do mercado de Viaturas Ligeiras”. A este volume de vendas correspondeu uma quota de mercado total de 7,6%, que assim registou crescimento de 1,7 p.p. face ao período homólogo de 2021.

“Em paralelo, estamos convictos que o desbloqueio dos fundos europeus com vista à descarbonização das cidades
europeias, será uma alavanca no desenvolvimento e na promoção do negócio”, lê-se no comunicado.

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