Trabalhadores do registo e do notariado em greve entre 26 e 28 de dezembro

Greve foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado e pelo Sindicato Nacional dos Registos, podendo afetar o funcionamento das conservatórias e outros balcões de atendimento dos serviços de registo, nomeadamente, as lojas do cidadão.

Entre os dias 26 e 28 de dezembro, os trabalhadores dos registos e do notariado, vão estar em greve podendo o funcionamento das conservatórias e de outros balcões de atendimento dos serviços de registo, nomeadamente, as Lojas do Cidadão vir a ser afetado, segundo um comunicado enviado esta quarta-feira.

Esta greve foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRn) e pelo Sindicato Nacional dos Registos (SNR). Apesar disso, estarão asseguradas, força de decisões do colégio arbitral (acórdãos n.ºs 14/2018/DRCT/ASM e 18/2018/DRCT/ASM), os seguintes serviços mínimos:

A celebração de casamentos civis urgentes (em situações de risco de vida de um dos nubentes ou na iminência de parto); realização de testamentos urgentes (em situações de risco de vida do testador), nos cartórios públicos; entrega do cartão de cidadão pedido com prioridade extremamente urgente; pedido, emissão e entrega de cartão de cidadão provisório; entrega do cartão de cidadão urgente; e a celebração de casamentos civis agendados antes da data da convocação da greve.

Recomendadas

Sindicato da PSP realiza campanha “Dignidade Não é Caridade” com protesto na terça-feira

A primeira ação desta campanha vai acontecer na terça-feira, um dia depois de o Governo apresentar na Assembleia da República a proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2023, tendo os polícias agendado para as 16:00 uma concentração em frente ao parlamento.

JE Podcast: Ouça aqui as notícias mais importantes desta sexta-feira

Da economia à política, das empresas aos mercados, ouça aqui as principais notícias que marcam o dia informativo desta sexta-feira.

Crise/Energia: Município de Pinhel pondera desligar iluminação pública para reduzir custos

“Nós [município de Pinhel] estamos numa situação muito difícil, porque, para terem uma noção, a faturação [mensal] que normalmente era de 30 mil euros – e vou só falar de iluminação pública -, já ascende os 150 mil”, afirmou Rui Ventura.
Comentários