Transportes públicos de Lisboa e Porto sem aumentos em 2016

Os aumentos das tarifas “não se justificam”, em função, nomeadamente, da baixa dos preços dos combustíveis, defende o executivo


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Os preços dos transportes públicos urbanos de Lisboa e do Porto vão manter-se inalterados no próximo ano, confirmou à agência Lusa fonte oficial do Ministério do Ambiente.

A notícia de que as tarifas das rodoviárias Carris e STCP, dos metros de Lisboa e Porto e da Transtejo/Soflusa (transporte fluvial) não vão sofrer aumentos em 2016, não havendo sequer lugar a uma atualização em função da taxa de inflação, foi avançada esta tarde nas edições online do Jornal de Negócios, que citou o ministro João Matos Fernandes, e do Dinheiro Vivo.

O gabinete do ministro do Ambiente explicou à Lusa que os aumentos das tarifas “não se justificam”, em função, nomeadamente, da baixa dos preços dos combustíveis, além de o Governo defender “o incremento da mobilidade dos transportes públicos”.

Em 2015 as tarifas destes transportes também não sofreram aumentos, enquanto em 2014 o aumento médio do preço dos transportes tinha sido de 1% e no ano anterior de 0,9%.

OJE

Recomendadas

PremiumAfinal, pensão de mil euros vai subir mais 60 euros do que o previsto

Tanto a inflação que conta para o aumento das pensões, como o crescimento económico superaram as expectativas, obrigando o Governo a atualizar as pensões acima do que estava previsto.

Supervisor do BCE insta bancos a prepararem-se para “impactos adversos” (com áudio)

O presidente do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu (BCE), Andrea Enria, instou hoje os bancos da zona euro a preparem-se para “impactos adversos”, admitindo uma “possível recessão” devido à vulnerável situação económica, exacerbada pela crise energética.

PremiumOrçamento da câmara de Caminha não prevê 300 mil euros de rendas a devolver

O presidente da câmara pediu a devolução de 300 mil euros pagos ao promotor de centro de exposições. Mas verba não está prevista no orçamento. Oposição diz que edil não tem esperanças de receber.