Trump lança recado a Macron: franceses “estavam a começar a aprender a falar alemão” antes da intervenção dos EUA na II Guerra Mundial

Em publicação na rede social Twitter, o presidente dos EUA volta a criticar o presidente da França, Emmanuel Macron, por causa da alegada “formação de um Exército europeu” (intenção já negada por Macron). E avisa: “Paguem pela NATO ou não!”

Em publicação na rede social Twitter, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou hoje a criticar o presidente da França, Emmanuel Macron, por causa da alegada “formação de um Exército europeu”, intenção que Macron já desmentiu. Na mensagem em causa, Trump recorda que, na II Guerra Mundial, antes da intervenção dos EUA, os franceses “estavam a começar a aprender a falar alemão”. E avisa: “Paguem pela NATO ou não!”

“Emmanuel Macron sugeriu a criação do seu próprio exército para proteger a Europa contra os Estados Unidos, a China e a Rússia. Mas foi a Alemanha na primeira e segunda guerras mundiais – como é que isso correu para a França? Eles estavam a começar a aprender alemão em Paris, até os EUA chegarem. Paguem pela NATO ou não!”, escreveu Trump.

Trump já tinha classificado como insultuosas as palavras de Macron, a propósito da urgência de criar um alegado Exército europeu. O Presidente dos EUA baseara-se em notícias da imprensa internacional que relatavam que Macron teria dito que apenas seria possível proteger os europeus se houvesse um Exército europeu que os protegesse da China, da Rússia e dos EUA.

Recomendadas

Eleições do Brasil: Lula recupera e segue na frente com 70% dos votos contados

A segunda volta parece cada vez mais forte numa altura em que os dois candidatos estão taco a taco nos 45%, mas com Lula da Silva, do PT, a tomar a dianteira.

Eleições do Brasil: Bolsonaro mantém-se na liderança com 50% dos votos contados

A segunda volta é cada vez mais certeira, quando a contagem dos votos prossegue e a distância entre os dois principais candidatos à Presidência do Brasil diminui.

Eleições do Brasil: Primeiros números oficiais dão liderança a Bolsonaro sem maioria absoluta

Às 21h30, pouco mais de 1% dos votos válidos estavam contados. Em Lisboa, as urnas fecharam pelas 20:00, após o encerramento ser prolongado devido à forte afluência.
Comentários