Twitter. Musk faz ultimato a trabalhadores: trabalhem ‘no duro’ ou abandonem a empresa

“Isso significará trabalhar longas horas em alta intensidade. Apenas um desempenho excecional constituirá uma nota de aprovação”, disse via e-mail. Os funcionários têm até quinta-feira para clicar em “sim” no formulário incorporado à mensagem caso desejem permanecer na empresa. Caso contrário, receberão três meses de indemnização.

Depois de ter despedido cerca de metade dos trabalhadores do Twitter — as estimativas apontam para 3.700 pessoas —, de restringir o teletrabalho apenas em casos onde exista “razão específica” apresentada ao próprio, e de lançar o caos entre ferramentas implementadas e retiradas, bem como a demissão de altos cargos da rede social, Elon Musk deu um ultimato à equipa que ainda resta: ou se comprometem a trabalhar ‘no duro’ ou abandonam a empresa.

“Precisamos ser extremamente hardcore”, escreveu Musk num e-mail enviado esta quarta-feira a que o “POLITICO” teve acesso. “Isso significará trabalhar longas horas em alta intensidade. Apenas um desempenho excepcional constituirá uma nota de aprovação”, disse via e-mail.

Os funcionários têm até amanhã para clicar em “sim” no formulário incorporado à mensagem caso desejem permanecer na empresa. Caso contrário, receberão três meses de indemnização.

“O Twitter também será muito mais voltado para a engenharia”, continua. “O design e a gestão de produtos ainda serão muito importantes (…) mas aqueles que escrevem ótimos códigos constituirão a maioria de nossa equipa e terão maior influência”, disse Musk à sua equipa.

Recomendadas

Binter e Embrar fecham compra de cinco novas aeronaves por mais de 369 milhões de euros

As duas primeiras unidades estão previstas para chegar às Ilhas Canárias em novembro de 2023.

Manuel Champalimaud compra à Novares a área de injeção de plásticos para a indústria automóvel

A aquisição visa reforçar posição do Grupo Champalimaud no sector dos componentes de plástico decorativo e de interface para a indústria automóvel.

PremiumAmazon diz que “continua a fazer investimentos” de cloud em Portugal

A empresa norte-americana de computação na nuvem Amazon Web Services (AWCS)está a desenvolver um centro de dados no país, mas não se compromete com uma data de abertura.
Comentários