Ucrânia nacionaliza maior banco do país

O presidente ucraniano afirmou hoje que esta decisão “salvou tanto o banco como o sistema bancário” na Ucrânia, sustentando que “o único meio para salvar o banco, e o dinheiro dos clientes foi torná-lo propriedade do Estado”.

O governo da Ucrânia decidiu nacionalizar o maior banco do país no seguimento das preocupações com a estabilidade da instituição que foi largamente afetada pelo conflito no leste do país e pela crise económica de 2014 e 2015.

O PrivatBank passa assim para as mãos do Estado “em coordenação estreita com as organizações financeiras internacionais” e com o consentimento dos proprietários do PrivatBank, Ihor Kolomoisky e Hennady Boholyubov, que juntos possuem 90% do banco, de acordo com divulgações do Valor.

O presidente ucraniano afirmou hoje que esta decisão “salvou tanto o banco como o sistema bancário” na Ucrânia, sustentando que “o único meio para salvar o banco, e o dinheiro dos clientes foi torná-lo propriedade do Estado”.

O presidente Poroshenko acrescentou ainda no comunicado que submeteu um projeto de lei que pretende garantias de depósitos adicionais para os clientes do banco e que os clientes do banco que domina o setor em Kiev podem “permanecer calmos”.

Recomendadas

Sete bancos lucraram dois mil milhões até setembro, mais 71% do que no período homólogo

Os lucros dos sete maiores bancos – Caixa Geral de Depósitos, BCP, Novobanco, Santander Totta, BPI, Crédito Agrícola e Banco Montepio somam 2.006,3 milhões de euros até setembro deste ano, o que compara com um valor de 1.172 milhões nos nove meses do ano passado. O que significa que os lucros dos sete bancos cresceram 71,2%.

Bankinter é mecenas da exposição “Faraós Superstars” na Fundação Gulbenkian

A exposição “Faraós Superstars” pretende fazer uma reflexão sobre a popularidade dos faraós, reunindo 250 peças de importantes coleções europeias, provenientes de diferentes períodos históricos, desde antiguidades egípcias, passando pelas iluminuras medievais e pintura clássica até à música pop.

PremiumMapfre “atentíssima” à Fidelidade ou a seguradoras em crise

Há seguradoras com debilidades em Portugal, pressionadas pelo ramo automóvel, que estão na mira da Mapfre. O grupo admite crescer através da aquisição destas entidades, mas também não descarta olhar para a Fidelidade caso a Fosun decida vender.
Comentários