Vendas de energia eólica e solar caem 21,5%

Radiografia da Informa D&B


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Os cortes nos subsídios e o novo modelo retributivo explicam a quebra no negócio das renováveis. No total, estas energias faturaram 6,9 mil milhões em 2014.

As alterações regulamentares dos últimos anos impuseram cortes nos subsídios às instalações existentes e um novo modelo retributivo para as novas instalações. A consequência foi uma “acentuada redução no ritmo de crescimento da capacidade instalada de energia eólica e solar” e uma “descida substancial do valor de mercado das energias renováveis” conclui o estudo setorial sobre Energias Renováveis em Portugal, da autoria da Informa D&B.

As receitas derivadas de venda de energia eólica e solar em regime especial registaram uma quebra de 21,5% em 2014, atingindo nesse exercício um valor de 6.902 milhões de euros.

A energia eólica registou a descida mais acentuada, com uma quebra de 36% em valor, sendo o volume de negócios das empresas que operam neste setor de 2693 milhões de euros. Em termos de volume de energia vendida a descida foi de 6,7%, para 50 993 gigawatt/hora.

A venda de 8202 gigawatt/hora de energia solar fotovoltaica (-1,3% face a 2013) gerou receitas de 2.763 milhões de euros, uma redução de 15,5% face ao ano anterior.

A energia solar termoelétrica foi a única tecnologia a registar um comportamento positivo, tanto em termos de volume vendido como de valor. Assim, em 2014, vendeu-se um total de 4959 gigawatt/hora, 12,8% mais do que no ano anterior, enquanto as receitas ascenderam a 1447 milhões de euros, mais 10,4% do que em 2013.

Na sua radiografia ao setor, a Informa D&B dá conta de que a potência eólica instalada situou-
-se em 22 987 megawatts no final de 2014, o que traduz um acréscimo residual de 0,1% face ao ano anterior. As eólicas têm a fatia de leão das energias renováveis em regime especial, representando 70% da potência total instalada.O número de parques eólicos, por seu lado, manteve-se em 1354.
As instalações de energia solar fotovoltaica ligadas à rede totalizaram 61 345, tendo sido inauguradas no passado ano apenas 56 novas unidades. A potência instalada atingiu os 4672 megawatts, mais 0,1% do que os 4667 megawatts registados em 2013.

Após o forte crescimento registado no período 2009-2012, o número de instalações solares termoelétricas manteve-se estável nos anos de 2013 e 2014. Atualmente, existem 51 instalações, com uma potência instalada de 2300 megawatts.

O estudo da Informa D&B assinala igualmente uma forte concentração, com dez principais grupos empresariais a deterem, em conjunto, 55% do parque parque eólico e solar no final do ano passado.

Por Almerinda Romeira/OJE

Recomendadas

Conferência “Poupar e Investir para um Futuro Melhor” a decorrer em Lisboa, com o apoio do Jornal Económico

A conferência é organizada pela Optimize Investment Partners, sociedade gestora portuguesa que disponibiliza uma gama de soluções de investimento para diversos perfis de risco e objetivos. Moderada por Nuno Vinha, subdiretor do Jornal Económico, consiste numa palestra de 30 minutos de cada um dos quatro oradores, um coffee break e uma mesa redonda com espaço para perguntas e respostas e interação com a plateia.

SIBS: mais de um quinto do valor gasto na Black Friday foi em compras online

O comércio online continua a ganhar peso nas compras em Portugal. Dados da SIBS revelam que 22% do valor gasto na última Black Friday foi em compras online, um peso que bate por muito os 18% do ano passado.

União Europeia, G7 e Austrália limitam barril de petróleo russo a 60 dólares

Os 27 estados-membros da UE chegaram a acordo, esta sexta-feira, no estabelecimento de um teto máximo para o preço do petróleo russo nos 60 dólares por barril. Os sete países mais industrializados do mundo (G7) e a Austrália juntam-se na decisão.