Venezuela pressiona Rússia para reduzir produção de petróleo. Sem sucesso

A Rússia recusou o pedido da Venezuela e de outras nações da OPEP (Organização dos países Produtores de Petróleo) para reduzir a produção de petróleo. O objetivo do Presidente venezuelano, Nicolas Maduro, que endereçou o pedido ao seu congénere russo, Vladimir Putin, era puxar pelos preços, que continuam abaixo dos 50 dólares e enfrentar a […]


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A Rússia recusou o pedido da Venezuela e de outras nações da OPEP (Organização dos países Produtores de Petróleo) para reduzir a produção de petróleo. O objetivo do Presidente venezuelano, Nicolas Maduro, que endereçou o pedido ao seu congénere russo, Vladimir Putin, era puxar pelos preços, que continuam abaixo dos 50 dólares e enfrentar a irredutibilidade dos produtores do Médio Oriente, que recusam liminarmente baixar os atuais níveis de produção.

Os preços do petróleo perderam mais de metade do seu valor desde o pico atingido em junho de 2014 até ao momento atual, caraterizado por um excesso de oferta, numa conjuntura mundial marcada pela desaceleração económica na China, maior consumidor de energia. Ontem, quarta-feira, por exemplo, no Intercontinental Exchange Futures de Londres, o barril de Brent para entrega em novembro valia 47,84 dólares.

Qualquer redução artificial não trará nada de bom, pelo contrário, agravará a situação no futuro”, afirmou, esta terça-feira, em Moscovo, o ministro da Energia russso, Alexander Novak. “A curto prazo, a decisão poderia ter efeito, mas não a longo prazo”, acrescentou.

Além da Venezuela, outro país da América Latina – Equador – e um africano – Argéliapediram a Moscovo que diminuísse a produção.

A recusa da Rússia, um dos maiores produtores do mundo, é, na prática, um rude golpe para Nicolás Maduro, que há meses tem pressionado para a realização de uma reunião de emergência e de coordenação dos países produtores que não integram a OPEP. Até agora, os produtores do Oriente Médio têm-se mantido irredutíveis na manutenção dos níveis de produção atuais, numa guerra que visa manter a sua quotas de mercado contra o que consideram a concorrência crescente.

Na opinião de Novak, o mercado encontrará o equilíbrio por si só, devido a uma desaceleração do investimento na indústria.

Moscovo aumentou a produção petrolífera este ano para níveis recorde no período pós-soviético, atingindo a fasquia dos 10,7 milhões de barris por dia. Não obstante, a economia russa caiu em recessão, principalmente devido ao baixo custo do petróleo, principal produto exportado e maior fonte de rendimento do país.

Almerinda Romeira com agências

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