Vistos Gold. Recuperação lenta, mas longe de 2014

Apesar da quebra substancial em termos homólogos, o número de Autorizações de Residência para Atividades de Investimento (ARI), os chamados Vistos Gold, aumentou em outubro face ao mês anterior. Os 324 milhões de euros captados nos primeiros nove meses de 2015 traduzem uma quebra de 53,1%, face a 2014. A Associação dos Profissionais e Empresas […]


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Apesar da quebra substancial em termos homólogos, o número de Autorizações de Residência para Atividades de Investimento (ARI), os chamados Vistos Gold, aumentou em outubro face ao mês anterior.

Os 324 milhões de euros captados nos primeiros nove meses de 2015 traduzem uma quebra de 53,1%, face a 2014.

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) reforça “a importância do programa de ARI para atividades de investimento, destacando que, apesar da melhoria registada [entre setembro e outubro], não é representativa dos milhares de processos que continuam pendentes a aguardar despacho por parte dos serviços”.

Em outubro, o número de ARI aumentou 65% para 119 licenças atribuídas face ao mês anterior (37). A maioria destas licenças (36 em setembro e 112 em outubro) está associada à aquisição de bens imóveis.

O volume total do novo investimento registado em outubro aproximou-se dos 72 milhões de euros, mais do triplo que o valor apurado em setembro. A maioria do investimento – 64,5 milhões de euros – foi realizada na compra de imóveis.

De acordo com a Associação, o compasso de espera na atribuição de ARI “poderá ser negativo para a captação deste tipo de investimento, favorecendo outros países europeus com programas similares, sendo por isso necessário garantir um resposta célere e ágil que promova o cumprimento da legislação em vigor”.

Desde o início deste programa, em 2012, e até outubro de 2015, foram concedidas 2621 ARI, das quais 2480 estão relacionadas com a aquisição de imóveis. A transferência de capitais é responsável pela atribuição de 138 vistos gold e a criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho apenas três.

Através dos vistos gold já chegaram a Portugal 1,58 mil milhões de euros, dos quais 1,4 mil milhões dizem respeito a investimento imobiliário.

Os chineses lideraram destacadamente o rol das nacionalidades que mais tira partido do programa com um total de 2087 vistos concedidos desde o início do programa, seguindo-se o Brasil com 98 e a Rússia com 89.

Nos primeiros nove meses do ano foram atribuídos 599 vistos Gold, um terço do número atribuído em 2014 (1526).

OJE

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