Wall Street abre sessão em baixa com principais índices em queda

O Dow Jones começa o dia em Wall Street a perder o,86% para 34.097,52 pontos, o S&P 500 a ceder 0,92% para 4.038,89 pontos, e o tecnológico Nasdaq a cair 1,26% para 11.338,05 pontos.

A bolsa de Nova Iorque começa sessão desta sexta feira em baixa com os principais índices em queda, especialmente o Nasdaq que desvaloriza mais de 1%.

Assim, o Dow Jones começa o dia em Wall Street a perder o,86% para 34.097,52 pontos, o S&P 500 a ceder 0,92% para 4.038,89 pontos, e o tecnológico Nasdaq a cair 1,26% para 11.338,05 pontos.

Sobre a abertura dos mercados, o analista de mercados do Millenium BCP Ramiro Loureiro destacou que “Wall Street arranca em baixa, com o setor tecnológico a ser o mais castigado. A revelação de que a economia norte-americana criou bastante mais postos de trabalho que o esperado em novembro até seria boa notícia, mas foi muito mal recebida pelos investidores.

“Há um receio de que com esta robustez no mercado laboral a Fed possa ter mais dificuldade em fazer recuar a inflação, continuando a justificar movimentos agressivos de subida de taxas de juro, que penaliza os ativos de risco, em especial os setores com estimativas de crescimento mais elevadas, as empresas designadas “Growth”. Isto porque num ambiente de subida de taxas e de elevada inflação, o valor atual da riqueza que as empresas venham a criar no futuro é menor, reduzindo assim a sua avaliação. No seio empresarial de notar pela positiva a reação às contas da Samsara, que contrasta com a negativa aos números da Zscaler”,

Recomendadas

Bolsa de Lisboa fecha sessão no ‘verde’ com BCP a liderar ganhos

As principais bolsas europeias terminaram divididas, com o DAX (Alemanha) e o CAC 40 (França) a registarem valorizações de 0,01%, enquanto o FTSE 100 (Reino Unido) perdeu 0,16% e o IBEX 35 (Espanha) depreciou 0,15%.

Wall Street arranca sessão com todos os índices no ‘verde’

A bolsa de Nova Iorque iniciou a sessão com sinais positivos nos três principais índices, apesar da queda das ações da McDonald’s.

Gestora de fundos dos EUA alerta para iminência de uma catástrofe nos mercados

A crescente dívida mundial, que não para de crescer, pode acabar num desastre financeiro de proporções mais devastadoras que o crash de 1929. A dívida “é a maior bomba-relógio de sempre da história financeira”.
Comentários