PremiumWilliam Barr: O fiel jardineiro de Donald Trump não quis ficar até ao fim

Defendeu o presidente mesmo quando não tinha mandato para isso, e enquanto procurador-geral não se preocupou em dar mostras de uma fidelidade que a muitos pareceu um despropósito. Subitamente, e quando nada o fazia crer, não deu crédito às suas alegações de fraude eleitoral.

William Barr é um dos adeptos históricos da chamada teoria do executivo unitário, segundo a qual o poder executivo dos Estados Unidos deve ser entregue a quem foi investido dessa função, com a exclusão de todos os demais. Aparentemente, é isso mesmo que defende uma larga maioria dos norte-americanos – e a administração, pese embora cada uma tenha sempre secretários de Estado que se destacam da mole de desconhecidos que todos os dias entra e sai da Casa Branca, está fundamentalmente nas mãos do presidente.

Mas a teoria não se fica por aqui: os seus defensores têm uma visão muito limitada daquilo que são as prerrogativas executivas do Congresso – tanto da Câmara dos Representantes como do Senado – e tendem a considerar que todas as vontades dos presidentes devem ser ordens sem a interferência do comum dos mortais.

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