Xangai caminha para maior senda vencedora do último mês

Steven Santos, Gestor do BiG, analisa a sessão de hoje nos principais mercados mundiais: Os índices asiáticos subiram, seguindo o fecho positivo em Wall Street, largamente motivado pelo ressalto nos preços do crude. O índice de Xangai (+0,65%) caminha para a maior senda vencedora do último mês, com o uso da alavancagem a aumentar pela […]


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Steven Santos, Gestor do BiG, analisa a sessão de hoje nos principais mercados mundiais: Os índices asiáticos subiram, seguindo o fecho positivo em Wall Street, largamente motivado pelo ressalto nos preços do crude. O índice de Xangai (+0,65%) caminha para a maior senda vencedora do último mês, com o uso da alavancagem a aumentar pela terceira vez nos últimos quatro dias e com as notícias de que Londres e Xangai vão estudar a viabilidade de uma ligação entre as suas bolsas.

 Os índices accionistas europeus de referência iniciaram a sessão em terreno negativo, num arranque com escasso newsflow empresarial. A Volkswagen preserva a tendência negativa, depois da polémica conhecida ontem relativamente ao falseamento dos dados das emissões poluentes de alguns veículos comercializados nos EUA. O director nos EUA admite que a Volkswagen errou totalmente e que a empresa foi “desonesta”. Em termos técnicos, o próximo suporte importante da acção situa-se na zona dos 117 euros, 8 euros abaixo da cotação actual. Observando as congéneres, a acção da Porsche está a ser afectada pelas notícias de que o US Department of Justice irá prolongar as investigações aos veículos Audi e Porsche.

 No SMI, a Roche caiu 1,6%, depois de a família Roche ter anunciado que não tem interesse numa combinação com a congénere suíça Novartis. Na Euronext Paris, a Societe Generale cai 1,35% depois de um downgrade de ‘overweight’ para ‘neutro’. O pessimismo predominante nos mercados accionistas europeus está a motivar a procura por activos de refúgio, com destaque para as valorizações das Bunds e do iene.

 O PSI 20 abriu a sessão de hoje a perder 0,75%, em linha com os principais congéneres europeus. Num dia com fraco newsflow em Portugal, outras 3 cotadas apresentam desvalorizações superiores a 1 ponto percentual – a Mota-Engil (-2,00%), a REN (-1,12%) e a Jerónimo Martins (-1,02%). Nota para o BPI, que corrige apenas 0,95% após os ganhos expressivos da sessão de ontem, sem que, até agora, seja conhecido o motivo concreto da valorização.

 No mercado cambial, o destaque vai para a desvalorização acentuada no real brasileiro. A manutenção da Fed funds rate incentivou a um reposicionamento comprador dos investidores no dólar americano, sendo que o principal prejudicado está a ser o real, ainda fragilizado depois de a agência S&P ter baixado recentemente a notação de crédito para junk. A curto prazo, os investidores estão a apontar para os BRL 4, o que seria mais um máximo histórico para o USD/BRL.

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