Zona oeste do Funchal vai ter 1.900 novas habitações nos próximos quatro anos

A revelação foi feita pelo Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Pedro Calado, na inauguração das instalações da “ZOME Madeira”, marca que substitui a “7M Real Estate” no mercado imobiliário regional.

A zona oeste da cidade do Funchal, entre o Fórum e a Praia Formosa, vai receber mais seis a oito mil pessoas nos próximos quatro anos, como resultado da construção de 1.900 novas habitações, que representam 284 mil m2 em novas áreas, destinadas à construção de fogos habitacionais.

A revelação foi feita pelo Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Pedro Calado, na inauguração das instalações da “ZOME Madeira”, marca que substitui a “7M Real Estate” no mercado imobiliário regional.

Estes números, disse o presidente da CMF, “revelam o potencial de crescimento e o clima favorável para negócios no imobiliário”, pelo que a autarquia entende que é importante disponibilizar os serviços do município para esclarecer e ajudar munícipes e investidores.

“Vejam a Câmara do Funchal como um parceiro, focado em agilizar procedimentos de licenciamentos e construção, por forma a facilitar o investimento, o crescimento económico, a criação de emprego, e o bem-estar da população”, realçou Pedro Calado.

No final, o autarca fez um apelo às instituições financeiras para que façam um bom aconselhamento às pessoas no acesso ao crédito, “uma vez que já se faz notar o aumento do custo de vida, por via do aumento da inflação e das taxas de juro de referência”.

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Desde a criação do programa, em 2015, o Instituto de Emprego da Madeira “aprovou 456 projetos de criação da própria empresa, num total de 790 postos de trabalho, o que representa um investimento global de 7,86 milhões de euros”, salienta a tutela numa nota distribuída à comunicação social.

CDS: Problemas dos trabalhadores da Águas e Resíduos da Madeira serão resolvidos “a médio prazo”

O CDS fala ainda de uma “perspetiva positiva” no que diz respeito a um compromisso, realizado “em breve” com a Câmara Municipal do Funchal (CMF), para que o município passe a pagar na íntegra os custos que existem atualmente, quer com os resíduos, quer com as águas, e que passem a pagá-los a 100%.
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