Zona oeste do Funchal vai ter 1.900 novas habitações nos próximos quatro anos

A revelação foi feita pelo Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Pedro Calado, na inauguração das instalações da “ZOME Madeira”, marca que substitui a “7M Real Estate” no mercado imobiliário regional.

A zona oeste da cidade do Funchal, entre o Fórum e a Praia Formosa, vai receber mais seis a oito mil pessoas nos próximos quatro anos, como resultado da construção de 1.900 novas habitações, que representam 284 mil m2 em novas áreas, destinadas à construção de fogos habitacionais.

A revelação foi feita pelo Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Pedro Calado, na inauguração das instalações da “ZOME Madeira”, marca que substitui a “7M Real Estate” no mercado imobiliário regional.

Estes números, disse o presidente da CMF, “revelam o potencial de crescimento e o clima favorável para negócios no imobiliário”, pelo que a autarquia entende que é importante disponibilizar os serviços do município para esclarecer e ajudar munícipes e investidores.

“Vejam a Câmara do Funchal como um parceiro, focado em agilizar procedimentos de licenciamentos e construção, por forma a facilitar o investimento, o crescimento económico, a criação de emprego, e o bem-estar da população”, realçou Pedro Calado.

No final, o autarca fez um apelo às instituições financeiras para que façam um bom aconselhamento às pessoas no acesso ao crédito, “uma vez que já se faz notar o aumento do custo de vida, por via do aumento da inflação e das taxas de juro de referência”.

Recomendadas

Combustível volta a ficar mais caro na Madeira

A gasolina passa dos 1,608 para os 1,642 euros por litro, enquanto que o gasóleo passa dos 1,488 para os 1,504 euros por litro.

Inflação. Saiba porque razão tem dificuldade em lidar com o aumento do custo de vida

Para controlar a inflação, a opção do Banco Central Europeu (BCE) tem sido a de subir as taxas de juro, tendo realizado, desde o verão de 2022, um conjunto de subidas. Ao aumentar os juros, o Banco Central torna o dinheiro mais caro, logo o poder de compra das famílias diminui, o recurso ao crédito fica mais caro e é desincentivado, bem como a poupança tende a render juros mais elevados. 

Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades!

Se formos a analisar a agenda política do governo de Albuquerque assim que tomou posse em 2015, e analisarmos a sua agenda política atualmente, observamos uma mudança como que da noite para o dia.
Comentários