37º Congresso do PSD

Rui Rio: “Diálogo entre partidos é decisivo para o futuro de Portugal”

No discurso de encerramento do 37º Congresso Nacional do PSD, Rui Rio defendeu que os entendimentos com as restantes forças políticas são vitais para “a criação de uma sociedade democrática e pluralista” e dar resposta ao crescente afastamento entre os partidos e os cidadãos.

Rui Rio: “Governar para as pessoas não é apenas distribuir simpatias e conceder-lhes cada vez mais direitos”

No discurso de encerramento do 37º Congresso Nacional do PSD, o novo líder defendeu que “governar para as pessoas, procurando contribuir para que elas possam mais facilmente construir a sua felicidade, é a razão de ser da atividade política”. Mas sublinhou a importância das “obrigações”, citando Helmut Schmidt: “Precisamos de uma moral pública. Sem obrigações, os nossos direitos não conseguirão perdurar no tempo”.

Santana Lopes para Rio: “Não gostei de ver tentarem condicionar-te mal foste eleito”

“Tu ganhaste e tens todo o direito de executares a tua estratégia”, defendeu o candidato derrotado nas eleições para a liderança do PSD, falando diretamente para o líder eleito, sentado na primeira fila.

Moção de estratégia de Rui Rio aprovada por unanimidade no congresso do PSD

No documento em causa, o presidente eleito do PSD defende o reposicionamento do partido no centro político e aponta a vitória nas eleições europeias de 2019 como “o primeiro sinal” para as legislativas do mesmo ano.

Os momentos essenciais da segunda jornada do Congresso Nacional do PSD

Da catarse de Luís Montenegro que não vai “pedir licença a ninguém”, até à surpresa de Elina Fraga sentada ao lado do novo líder, passando pelo “quase desafio” de Nuno Morais Sarmento (dirigido a Marcelo Rebelo de Sousa) e desembocando no referendo sobre a eutanásia sugerido por Hugo Soares. Não faltaram motivos de interesse (e surpresa) durante a tarde de sábado.

Elina Fraga e Isabel Meirelles na Comissão Política Nacional de Rui Rio

Rui Rio acaba de revelar as suas escolhas para vice-presidentes da Comissão Política Nacional, a saber: David Justino, Elina Fraga, Isabel Meirelles, Manuel Castro Almeida, Nuno Morais Sarmento e Salvador Malheiro. Outras escolhas: Feliciano Barreiras Duarte como secretário-geral, Paulo Mota Pinto na presidência da Mesa do Congresso e José Nunes Liberato no Conselho de Jurisdição Nacional.

Montenegro vai sair do Parlamento para não alimentar “guerras artificiais e adversários internos virtuais”

Ao discursar no 37º Congresso Nacional do PSD, o antigo líder da bancada parlamentar anunciou que vai cessar as funções de deputado no dia 5 de abril. Dirigindo-se ao novo líder, Rui Rio, sentado na primeira fila, disse-lhe que “não vale a pena alimentar guerras artificiais e adversários internos virtuais”.

Montenegro: “Hoje neste congresso arrancamos para vencer as terceiras eleições legislativas consecutivas”

“E arrancamos para tornar a governar o nosso país”. Foi assim que Luís Montenegro iniciou o seu discurso no 37º Congresso Nacional do PSD. Ou seja, colocando a fasquia no patamar mais alto – “para vencer” e “para tornar a governar” -, sob o olhar atento do novo líder. “O PS capitulou nos braços da esquerda radical e por mim digo não, o PSD não pode capitular nos braços deste PS”, defendeu.

Quem serão os vice-presidentes de Rui Rio? Os nomes que circulam nos bastidores

Isabel Meirelles, especialista em assuntos europeus, deverá ser a maior surpresa. David Justino, Manuel Castro Almeida e Salvador Malheiro parecem ter lugar assegurado na Comissão Política Nacional. Persistem as dúvidas em torno de Nuno Morais Sarmento e poderá surgir outra surpresa: a eurodeputada Maria da Graça Carvalho.
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