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A crise da habitação e o papel do Estado

A banca e o supervisor podiam ter evitado a excessiva utilização de créditos à habitação com taxa variável.

Marcus, um banco digital da Goldman Sachs

O banco digital Marcus da Goldman Sachs permite integrar várias contas bancárias, mesmo de outros bancos, para proporcionar uma visão 360º, não só das contas à ordem, como também das poupanças, dos investimentos e dos empréstimos.

Enviesamento no modelo de crescimento da economia portuguesa

Hoje, com uma situação conjuntural adversa e difícil, não se vê uma publicidade da banca ao financiamento das empresas, porém, é muito comum ver a banca a oferecer crédito hipotecário acenando com os ‘spreads’ mais baixos e outras propostas muito similares. O erro continua.

Coastal World abre as portas ao mundo virtual financeiro

O Coastal World é um mundo virtual onde é possível explorar e subscrever serviços digitais de startups da área financeira. Este mundo virtual vai integrar também ferramentas de gestão de finanças pessoais, programas de literacia financeira e eventos ao vivo.

CGD pode ficar na João XXI até ao início de 2025

A saída da administração da CGD da Avenida João XXI ainda não está fechada, mas é uma hipótese que está em cima da mesa. Banco público poderá ficar na sede até 2025, exceto se encontrar um novo edifício para o qual se mudar.

Taxar lucros excessivos? Mas que lucros?

É pura demagogia confundir os lucros anormais de plataformas de motoristas com os lucros ‘normais’ dos bancos.

Tempestade quase perfeita

Se a subida da taxa de juro de referência pelo Banco Central Europeu for de apenas um ponto percentual, isso significa que BCE e Comissão Europeia estão a tentar salvar os países do Sul da Europa.

A força da Economia

É estratégico para todos os Portugueses e para a economia nacional que o crescimento não seja de novo interrompido, pois isso seria fatal. Importa ainda manter na equação o papel determinante e crucial da banca portuguesa.

Montepio nega ter praticado infração apesar do pedido de clemência no “cartel da banca”

A Autoridade da Concorrência aplicou coimas, a doze bancos, num valor superior a 225 milhões de euros, tendo dado como provada a troca, entre os visados, de informação sensível, durante mais de dez anos (de maio de 2002 a março de 2013), relativa aos preços a praticar nos créditos à habitação, ao consumo e às empresas, nomeadamente com partilha de tabelas de ‘spreads’ a aplicar aos créditos a clientes, bem como sobre os valores de produção mensal, o que consubstancia uma prática concertada entre concorrentes.
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