BCE

Filipe Garcia: “Taxas de juro? É possível um corte do BCE no final de 2023 ou princípio de 2024”

Na última edição do programa “Mercados em Ação”, da plataforma multimédia JE TV, o economista Filipe Garcia perspectivou que o início do corte das taxas de juro por parte do BCE pode acontecer no final de 2023 ou princípio de 2024. “Isso significa que o mercado está à espera de uma desaceleração económica de tal forma pronunciada que obrigue a um corte de taxas”, realça este economista.

Expansão de margens

É fácil confundir “lucros excessivos” com economia de mercado, mas a resposta é precisamente a contrária. É absolutamente necessário defender o espaço concorrencial, pois essa é uma das verdadeiras funções do Estado.

Com o pé direito

Um pouco por todo o mundo, os investidores querem esquecer 2022 e centrar a sua atenção na estabilização em 2023 e na recuperação de 2024.

Euro Digital: o bom, o mau e o incerto

A consulta pública do BCE sobre um euro digital, publicada em abril de 2021, confirmou que a privacidade era considerada a característica mais importante tanto pelos cidadãos como pelos profissionais.

O Euro Digital já chegou sem aviso

Muito se tem falado do Euro Digital. A questão é que este ainda está longe de ser implementado e ainda mais longe está a existência de uma regulamentação que altere o sistema financeiro para o acomodar.

BCE 2023, quo vadis?

Os juros já subiram muito em 2022 e um movimento da mesma magnitude no próximo ano é bastante improvável, mas é natural a apreensão dos agentes económicos. Provável é que os juros continuem a subir.

Banco Central Europeu em 2023

O BCE será um dos principais actores de 2023 na zona euro, com um trabalho muito difícil, de baixar a inflação e evitar uma recessão, podendo ter um sucesso limitado em ambos os casos.

2022: na dúvida, seguir em frente

Ainda que o BCE tenha sido o grande moderado, as taxas de juro de referência ficaram mais altas, e assim irão permanecer, e os seus efeitos são já bastantes reais sobre os rendimentos das famílias mais endividadas.

2023, o ano da deflação?

Veremos como reagirão os bancos centrais se, em 2023, em vez de inflação tivermos deflação, ou seja, uma queda generalizada dos preços, derivado de mais um erro de política monetária. A volatilidade verificada nos mercados financeiros chega agora à economia real.
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