Carlos Santos Ferreira

Inquérito à CGD: PSD diz que “não pode ser ignorada a responsabilidade política”

Os sociais-democratas defendem também que o banco público funciona como “indutor de comportamentos e práticas no mercado” e a sua “gestão danosa” levanta “riscos adicionais” e cuidados reforçados.

Inquérito/CGD: PS liga perdas no mandato de Santos Ferreira à crise financeira

“Pelo que foi apurado, a maioria das perdas teve origem nos anos do mandato da administração liderada por Carlos Santos Ferreira [2005-2007], sendo contudo de referir que esse mandato coincide com a eclosão da crise financeira iniciada em 2007”, pode ler-se na proposta do PS

As 25 conclusões do inquérito à Caixa. “A CGD ficou refém de si própria”

Relatório preliminar da comissão de inquérito à gestão da CGD distribui críticas à atuação do  Banco de Portugal, ao Ministério das Finanças e à gestão de Carlos Santos Ferreira, a qual, diz, foi responsável pela maioria dos 1.647 milhões de euros de perdas em operações de crédito que acabaram por se revelar ruinosas e que foram sinalizadas no relatório de auditoria da EY.

CGD: “Entre 2005 e 2008 foi um período com perdas avultadas”, diz autora de relatório da EY

A EY é a primeira entidade que está a ser ouvida na comissão parlamentar de inquérito à gestão da CGD, após divulgação de relatório à gestão da Caixa entre 2000 e 2015, que concluiu por perdas de 1.647 milhões de euros. Autora da auditoria, Florbela Lima, diz que não se pode relacionar totalidade de perdas dos 25 créditos mais ruinosos com incumprimento de regulamentos internos.

Joe Berardo deixa dívida de 280 milhões à Caixa Geral de Depósitos

Empréstimo da CGD ao grupo económico do empresário para a compra de ações do BCP, em 2007, é um dos créditos de alto risco que fazem parte da auditoria forense que o Governo levou a cabo ao banco do Estado entre 2000 e 2015.

“Não se faz justiça perante esta gentalha”, diz fundador do Clube dos Pensadores sobre polémica da CGD

O fundador do Clube dos Pensadores escreve que é inadmissível que os gestores públicos da Caixa Geral de Depósitos continuem sem apresentar as suas declarações de rendimentos e acusa o país de ser corrompido por “vigaristas, hipócritas, trapaceiros, velhacos e ladrões”.
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