classe política

A nova vida de Costa

A política em Portugal está podre e os partidos mais recentes e sem expressão autárquica têm “batido” no Governo, e a expetativa de um crescimento acelerado vai já sentir-se nas próximas eleições europeias.

Os outros têm muitas falhas éticas

Os códigos de conduta não são o objecto final da construção de instituições mais íntegras, mas sim um dos meios para a construção de uma cultura organizacional de ética e integridade.

Jangada de fraude, crónica de um país suicidado

É fácil hoje bater em Joe Berardo. Quantos o fizeram quando se fazia anunciar como comendador e pese embora já fosse claro que o dinheiro não costuma cair das árvores?

A vacina de Ricardo Salgado

Cada espectáculo degradante e caricato em sede de Comissão Parlamentar de Inquérito ou tribunal é mais uma décima em intenções de voto para populistas e mais um fio de azeite para fritar o regime.

Liderar pelo exemplo

A obrigação de quem lidera em tempos de crise é dar o exemplo, nos países como nas empresas. Ocorre o exemplo da Suécia, cuja sociedade entende que os sistemas que concedem privilégios e regalias aos políticos são perigosos.

Três anos a estimular os caminhos de Portugal

O caminho é longo para, três meses após o início da vacinação, passarmos de 3% para 70%. Somos, contudo, um povo com esperança e resiliência, e vamos continuar a lutar pela saúde coletiva, pela economia e pelo Portugal empresarial que faz bem, que luta, que empreende.

Competência

Se queremos políticos de excelência, então, temos todos que começar por ser de excelência. Na verdade, os portugueses têm, apenas, direito à competência que são. E, hoje, temos os políticos que merecemos.

A política ensaiada de Eduardo Lourenço

Lamento que com o atual ato eleitoral decorrente em Portugal, o Governo e o Parlamento tenham sido ‘formiga’ e não ‘cigarra’, ao não se terem integrado no sistema os votos eletrónico e por correspondência. Seria um gesto de lucidez.

Já te tenho dito que não é bonito…

A classe política vai saltitando entre o Parlamento e a banca, os escritórios de advocacia ou os conselhos de administração das grandes empresas, passando entre as gotas da chuva enquanto trocam favores e fingem concorrer ou supervisionar.
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