Comércio Internacional

Exportações e importações aceleram nos primeiros três meses de 2022 (com áudio)

O INE reviu as taxas de variação homóloga do comércio internacional e dá nota esta terça-feira de que, nos primeiros três meses do ano, as compras de bens ao exterior cresceram 36,8% face ao período homólogo de 2021, enquanto as vendas aumentaram 18,2%.

Exportações nacionais caíram 10% para 53,7 mil milhões em ano de pandemia

Espanha, França e Alemanha continuaram a ser os três principais clientes e fornecedores externos de bens a Portugal.

Exportações recuperam 49% no segundo trimestre

Exportações continuam a recuperar do impacto da pandemia no ano passado e cresceram 49% no segundo trimestre face ao período homólogo do ano passado. Quando comparado com abril, maio e junho de 2019, registaram uma subida de 3%.

Exportações recuam 9,8% e importações tombam 17,2% em janeiro

Combustíveis e lubrificantes e de material de transporte influenciaram a evolução da balança comercial de Portugal em janeiro, cujo défice diminuiu 630 milhões de euros face ao mês homólogo de 2020.

Combustíveis penalizaram exportações em novembro que continuaram a cair

As exportações portuguesas contraíram 0,4% em novembro face a igual mês de 2019. Descontando a categoria de combustíveis e lubrificantes o aumento é de 2,7% em termos homólogos.

Exportações recuperam e recuam 0,4% em setembro. Importações com queda de quase 10%

Em agosto, as exportações tinham caído 1,9% face a período homólogo. Já no terceiro trimestre, as exportações e as importações de bens diminuíram respetivamente 3,3% e 13,8% face ao terceiro trimestre de 2019, quando no segundo trimestre a queda tinha sido de 6,7% e 18,1%.

Défice da balança comercial aumentou 2.485 milhões de euros em 2019

Segundo os dados do INE, a balança comercial de bens registou um saldo negativo de 20.074 milhões de euros, mais 2.485 milhões de euros do que em 2018.

Abrandamento das importações chinesas aos EUA pode comprometer objetivos do acordo comercial

A primeira fase do acordo comercial entre os dois gigantes prevê um aumento das exportações americanas destinadas à China, uma meta que poderá estar em risco caso se mantenha o ritmo atual de compra de bens norte-americanos pelos chineses.

Angola e EUA lideram quebra nas compras a Portugal no segundo trimestre

As dificuldades que a pandemia trouxe ao comércio internacional continuam a fazer-se sentir, como se pode ver pela descida generalizada do volume de negócios de Portugal com os seus principais parceiros comerciais, tanto enquanto exportador, como enquanto importador.
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