comunicação social

O Brasil, mesmo aqui ao lado

Ganhe Bolsonaro ou Lula, quem vier agora terá em nós um país atento, mesmo que por vezes a comunicação social fale do país Brasil de forma errónea ou desviada.

Governo dos Açores vai atribuir apoio de 80 mil euros à comunicação social

O apoio é para fazer face ao aumento do preço do papel. O executivo açoriano comparticipa “a fundo perdido”, o montante necessário para a “constituição de um ‘stock’ de papel para tiragens relativas a um trimestre, até ao máximo de seis toneladas por beneficiário”. Além disso, atribui “o montante equivalente a 50% do acréscimo do preço, face ao ano anterior, com a aquisição de papel para tiragens relativamente aos restantes trimestres”.

Os servos do povo

Não concordo com a intolerância com tudo o que a cultura russa produziu, com os saneamentos ideológicos de quem apoia a Rússia, da perseguição dos russos comuns que vivem em Portugal.

A crise existencial de Marcelo

Este tipo de minicrises entre Belém e São Bento deverão tornar-se mais frequentes, à medida que o Presidente se veja reduzido a um papel quase cerimonial.

Os desejos para 2022

Compete aos partidos erigirem programas eleitorais que plaquem problemas e desafios, sob pena de o País não ter futuro. E compete à comunicação social, nos debates, perguntar aos líderes partidários como é que irão placar os mesmos.

Marcelo, o chefe de fação

O que move Marcelo Rebelo de Sousa? Será a sua hipocondria a crises políticas? Será o querer dar-se com Deus e o diabo no segundo mandato e passar ao lado de uma crise económica e social, a que se junta uma crise política?

Chega quer Carta dos Direitos na Era Digital “sem censura ou filtro público de verdade”

Projeto de lei visa introduzir uma norma interpretativa na Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital, que André Ventura considera prever uma “vigilância dos cidadãos” incompatível com a liberdade de expressão. Iniciativa Liberal também quer ver o diploma alterado.

Compra da TVI: a ‘chico-espertice’ compensa?

A ERC considera que o negócio entre Mário Ferreira e a Prisa não foi feito de acordo com a lei, mas ao mesmo tempo abre a porta a que possa manter-se.

Os russos são lixados

Num tempo em que mergulhados nas negociatas pútridas de milhões das multinacionais farmacêuticas, muitos continuam sem enxergar a vacina cubana e a perorar calúnias sobre as vacinas chinesa e russa.
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