crise económica

“Homem Morto Passou Aqui”: um livro que é muito mais do que imagens

As invasões francesas são feitas de memórias visíveis e invisíveis. Valter Vinagre dedicou cinco anos à arte da arqueologia e deixa um legado impresso: em livro e numa exposição. Para folhear a seu bel-prazer e ver no Arquivo Municipal de Lisboa.

Cansaço coletivo

Vejo uma espécie de cansaço coletivo. Percebo que andamos ou a correr, ou desesperados porque devíamos estar a correr, mas não conseguimos. Como que se o mundo ruísse caso desacelerássemos e passássemos simplesmente a caminhar.

“Não há ditadura sanitária”, pois…

Caros senhores desse protesto que só chamou a atenção, em suma, por causa de um erro tão tonto quanto o próprio protesto, não há, de facto ditadura sanitária. Há, isso sim, uma crise sanitária e outra económica.

Testar e vacinar… marchar, marchar!

Nunca, mas mesmo nunca, se deverá deixar de ter presente que o grave problema de saúde pública que enfrentamos não pode fazer esquecer a brutal crise económica em que a pandemia nos mergulhou.

Mulheres, de crise em crise

A deterioração das condições de vida das mulheres não aumentou apenas no último ano. Na mais recente crise financeira e económica que experienciámos há uma década aconteceu o mesmo, prolongando-se por anos a fio.

Em busca do “normal”

O que será o tempo pós-pandemia? Primeiro enfrentaremos os reflexos de uma crise económica. Mas depois abrir-se-ão perspetivas de sermos mais justos com o planeta, mais parcimoniosos no consumo e mais ‘work-life balance’.

O canhão português ou a bazuca europeia?

Os investimentos financeiros dos pequenos investidores não podem ser duplamente tributados. A eliminação da tributação em sede de IRS teria um enorme impacto na confiança de tais investidores.

Não há dinheiro?

As opções políticas são as de preservar a economia fóssil. É necessária uma mobilização massiva no sector da energia e restam menos de 10 anos para concretizá-la.

Portugal a saque

Já é tempo de dizer, sem medo das palavras, que, no combate à corrupção, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa não existe; que o primeiro-ministro António Costa faz figura de corpo presente.
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