direita

Um recado das eleições francesas: que o PPD/PSD se reforce mas com vocação centrista

As ilações a retirar das eleições francesas para o xadrez político nacional soam a sinal de alerta. A meu ver há que manter com solidez, transparência e espírito reformista q.b. uma saudável disputa democrática entre PS e PSD. Será isto exequível?

O próximo debate orçamental não poderá ser um mero “automatismo”

Do lado da direita moderada espera-se, no próximo debate orçamental, a apresentação clara de modelos alternativos.

Lições de uma vitória

António Costa repete o anterior feito de José Sócrates. Parece estranho mas não é. Giullio Andreotti dizia que o “poder só desgasta quem o não tem”.

O circo de Belém

Recomendo a Marcelo que leia o livro póstumo de John le Carré. Ali reza assim: “O que é que se faz numa guerra, meu caro? Faz-se o possível para que ela termine, claro”.

Direita em crise

Independentemente dos seus méritos e deméritos, Rio e Rodrigues dos Santos não tiveram condições para desenvolver um trabalho político válido, pois foram permanentemente postos em causa pelos seus.

Rio, Ventura, Moedas e Marcelo

Lisboa não será fácil de governar e compete a Carlos Moedas ser um bom negociador. E vai ter uma boa ajuda. A da mão por trás do arbusto da sua candidatura, Marcelo Rebelo de Sousa.

Um verão morno

Tido como morno por alguns comentadores, o congresso do PS foi talvez dos congressos mais interessantes do partido e da recente política portuguesa, pelo menos para aqueles que pensam o futuro e estão atentos às subtilezas.

Direita repudia alegado impedimento de perícias a carro de Eduardo Cabrita que matou trabalhador na A6

PSD, CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal alertam para o risco de ter havido “encobrimento político” no acidente na A6 com um veículo onde seguia o ministro Eduardo Cabrita, do qual resultou uma vítima mortal, e apontam culpas ao primeiro-ministro, António Costa. “É o verdadeiro responsável político”, atira Rui Rio.

Fazer o mal e a caramunha

Todos parecem “esquecer” que a pontual e limitada interferência da esquerda se deu em apenas cinco dos últimos 20 anos. Curiosamente, o único período em que crescemos acima da média da Zona Euro.
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