dívida pública

Braço de ferro entre bancos centrais e governos

A irresistível vontade dos governos em proteger a economia e as famílias poderá dar lugar a um maior endividamento público, que em alguns países, como Itália e Portugal, se encontram já em níveis bastante perigosos. Acresce que existe uma crise com o custo de vida, pelo que o aumento da pobreza é uma ameaça que deve ter sida em conta em 2023.

‘Inflation Reduction Act’ ou o feitiço do feiticeiro

Esta proposta, discutida em Davos, foi, recebida como um exercício de protecionismo por aquele que, pela sua condição de líder mundial, se tem assumido como o bastião da globalização.

A insustentável dívida

O risco da degradação e da perda de oportunidades que os apoios europeus oferecem é grande. Não podemos facilitar nem adiar problemas.

Um caminho alternativo que, para já, arrisca-se a ser uma “muleta política”

Guimarães Dias revelou-se, como seria de esperar, um liberal em sentido puro admitindo, contudo, que no seio do liberalismo (e logo na IL) coexistem diversas sensibilidades com focos diferentes, mas uma real capacidade de convergência.

Madeira prevê que dívida pública caia para 88% do PIB

O secretário regional das Finanças salientou que a região tem seguido uma estratégia orçamental “consistente e clara”, que é provada pelo números, e que tem sido reconhecida pelas instituições nacionais e internacionais.

Orçamento Regional aloca menos 187 milhões de euros para operações de dívida pública

Para operações ligadas a dívida pública estão orçamentados 415,2 milhões de euros, uma descida face aos 602 milhões de euros inscritos na proposta do Orçamento Regional da Madeira do ano anterior.

Trussonomics: a priorização do crescimento económico

Será que a falta de credibilidade deste novo governo pode criar uma maior volatilidade na sua moeda? Sentir-se-ão os investidores seguros para voltar a investir na libra após esta demonstração de incerteza nas próprias medidas aplicadas?

OE2023: Dívida pública cai para níveis pré-troika à boleia do crescimento e da inflação

Objetivo é “retirar Portugal do pódio dos Estados-Membros da União Europeia mais endividados”. Efeito positivo do saldo primário, que em 2022 será da ordem dos 0,3 pontos, deverá quintuplicar para 1,6 pontos percentuais.

Na rampa inclinada

A transição de um mundo sem inflação para um com ela será penosa, até pelos seus efeitos serem desiguais e regressivos. E não vai acabar amanhã.
Ver mais artigos