energias renováveis

As Comunidades de Energia Renovável e o desenvolvimento sustentável: uma questão de direitos humanos

O acesso equitativo a energias limpas exige medidas e investimentos de longo prazo, sejam do setor público, sejam do setor privado, por vezes em parceria. Só assim será possível mitigar os efeitos das alterações climáticas e alcançar um futuro próspero para todos.

Fusão nuclear, uma grande pedrada nos inimigos do futuro

2022 foi o ano de maior consumo de carvão no mundo, com maior emissão de CO2. O Mundo andou para trás com a descarbonização ou, para ser mais benigno, fez compasso de espera. 

Transição energética: o que pode fazer hoje?

A transição energética é um dos desafios mais importantes que a humanidade enfrenta neste século, e o envolvimento passa por todos. Saiba como pode ajudar.

Huawei lança nova edição de programa de bolsas abre a estudantes da área das renováveis

Criado em 2021, o programa apoiou 50 estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento no valor total de 250 mil euros.

Uma estagnação sem mistério

Nem numa área que é querida pelo Governo e que se tornou mais urgente e importante com a invasão da Ucrânia, a energia renovável, a administração pública funciona.

As renováveis trazem poupanças a famílias e empresas

As famílias e as empresas colhem agora os frutos do investimento feito nos últimos 15 anos em renováveis em Portugal. Esta é uma aposta que não podemos desacelerar.

Diário da COP27: Da encruzilhada às soluções (IV)

Sim, soluções novamente. O debate não deixa de ser útil, claro está, até porque o problema que o motiva está mais do que vivo. Mas talvez o debate devesse ser mais sobre o porquê de não sairmos do campo das intenções para o da ação.

A juventude, a energia nuclear e as tecnologias

A UE que avançou com a energia nuclear e o gás como energias de transição no combate à crise climática tem vergonha de nos seus documentos escrever a palavra “nuclear”. A Alemanha condiciona.

Renováveis cada vez mais competitivas face aos combustíveis fósseis

Na COP27, em novembro, no Egito, nenhum país terá razões para deixar de ser ambicioso do ponto de vista energético, já que esta é a opção económica, ambiental e geopolítica mais vantajosa.
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