geopolítica

Reflexão sobre o ano de 2022

O ano que passou, não se revelou substancialmente diferente dos outros. Ninguém teve verdadeiramente a preocupação de lançar uma discussão séria sobre o paradigma de desenvolvimento nacional, que é o que nos deveria preocupar a todos.

Cinco tendências na cibersegurança que vão marcar 2023 em Portugal e no mundo

As boas notícias são que em 2023 e no futuro seremos capazes de confiar mais nas máquinas e utilizar a IA para automatizar os controlos de segurança e mecanismos de resposta, para além ajudar a proteger dados críticos, tanto pessoais, como de negócio.

De regresso ao futuro em 2023?

Não é de negligenciar a possibilidade de um foco maior em questões sociais, incluindo gestão de capital humano, direitos humanos e diversidade e inclusão, durante o próximo ano. Sem esquecer que a China, provavelmente, estará de volta ao caminho do crescimento.

A nova era do “friend-shoring”

Hoje em dia, as empresas devem focar-se em reestabelecer e identificar novos fornecedores internacionais que encaixem na tendência do “friend-shoring” e ajudem a ultrapassar os constrangimentos geopolíticos que se fazem sentir.

Combater a pobreza num mundo mais dividido

O empobrecimento não tem sido um exclusivo dos países de maiores dificuldades de afirmação no campo económico internacional. Os relatórios recentes produzidos pela OCDE mostram que a desigualdade de rendimentos aumentou na maioria dos países desenvolvidos nos últimos 30 anos.

Mobilidade, o tema do momento

Estamos perante um retrocesso civilizacional com as sequelas que derivam do confronto das três grandes potências do momento.

Organizar a produção de forma sustentável

Sem uma gestão e monitorização a nível mais local, não temos uma noção adequada das implicações ecológicas e sociais das cadeias de abastecimento que nos fornecem variados bens e serviços.

E depois da guerra?

O risco de se ver qualquer conflito a preto e branco e de nos concentrarmos apenas nas ocorrências militares do mesmo, significa perder a oportunidade de pensar uma alternativa ou reforçar as instituições internacionais que podem oferecer opções negociais.

Taiwan, a Ucrânia do Pacífico

A viagem da terceira figura do Estado norte-americano a Taiwan não se prende com a promoção da democracia. Como na Ucrânia, também aqui, os EUA tentam justificar o seu comportamento através da dualidade democracias-autocracias.
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