Lloyds Bank

António Horta Osório, o guerreiro da banca que nem um ‘burn-out’ conseguiu travar

António Horta Osório deixa o Lloyds Bank depois de cumprir o ‘turn-around’ do gigante britânico. O banqueiro português conseguiu que o Lloyds, nacionalizado na crise do ‘subprime’, voltasse a ser totalmente privado, tendo devolvido todo o dinheiro dos contribuintes injectado na crise. Mas também conseguiu dar um passo à frente e hoje o Lloyds Banking Group é o maior banco digital do Reino Unido.

Santander, Deutsche e Lloyd’s apontam para quebra abrupta na economia europeia seguida de rápida recuperação

O Grupo Santander, o Deutsche Bank e o Lloyd’s Bank acreditam que estamos perante uma crise de curta duração e que vai causar uma queda abruta da atividade económica. Mas uma rápida recuperação deverá acontecer.

Lloyd’s Bank de Horta-Osório eleito o melhor do Reino Unido pelo sétimo ano consecutivo

Banco britânico fechou 2018 com os lucros a crescerem 24%, para um valor superior a cinco mil milhões de euros, sob a liderança do banqueiro português.

Horta Osório diz que a banca está “no bom caminho” mas “há muito para recuperar”

Horta Osório começou a sua intervenção por reconhecer a melhoria dos rácios de solvabilidade da banca portuguesa, que são atualmente “positivos” e “em linha com as normas internacionais”, reconhecendo a importância da contribuição da recapitalização da CGD para a estabilização de todo o sistema bancário.

Horta Osório alerta para riscos na economia portuguesa

O presidente do Lloyds Bank, António Horta Osório, alertou hoje para os riscos da economia em Portugal e sugeriu um “pacto suprapartidário” para o problema demográfico do país nas próximas décadas.

Brexit: Barclays vai mover dinheiro de 5 mil clientes de Londres para Dublin

O plano do banco Barclays envolve transferir os bens de cinco mil clientes para proteger a instituição dos negócios realizados por causa do Brexit

Horta Osório: Divulgação de lista de grandes devedores é “elementar justiça”

O presidente do Lloyds Bank defendeu que se a banca registou lucros nos momentos favoráveis, deve também assumir os prejuízos quando estes existem. E salientou que o sigilo bancário é um princípio que colide com outro que lhe parece mais importante: “os bancos nunca deveriam ter de recorrer a ajudas públicas para continuar a operar”.

Lloyds aumenta lucro em 41%, para 3,5 mil milhões de libras, e investe no digital

O banco britânico liderado por António Horta Osório vai investir 3 mil milhões de libras para desenvolver serviços digitais. O CEO quer numa instituição financeira “digitalizada, simples e de baixo risco”.
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