Luís Montenegro

Governo na corda bamba

Começa a ser demasiado óbvio que Marcelo Rebelo de Sousa não faz cair o Governo porque a única alternativa que tem chama-se Montenegro com Ventura.

Miguel Relvas: “Chega? Se não há barreiras à esquerda, porque deve haver à direita?”

Em entrevista ao JE, o atual gestor e consultor de empresas, Miguel Relvas falou sobre um possível Governo de coligação do PSD em que envolva o Chega no processo: “Se não há barreiras à esquerda, porque deve haver à direita?”.

Montenegro diz que novo mecanismo de pré-escrutínio do Governo é tentativa falhada de Costa de se desresponsabilizar (com áudio)

O líder do PSD considerou que o que está incluído nesse mecanismo de pré-escrutínio “são coisas óbvias que são redundantes”.

Luís Montenegro: “não há nenhuma razão” neste momento para uma dissolução do parlamento

O líder do PSD considerou este sábado, 7 de janeiro, em conferência de imprensa que o Presidente da República fez a leitura correta ao afastar para já um cenário de dissolução da Assembleia da República.

Costa “afundou-se” nas cheias

Carlos Moedas vê António Costa recuar, desculpar-se e com isto lançá-lo para o futuro da liderança da oposição em Portugal.

Alerta laranja para a liderança de Montenegro. Ouça o podcast “Maquiavel para Principiantes”

“Maquiavel para Principiantes”, o podcast semanal do JE da autoria do especialista em comunicação e cronista do “Jornal Económico”, Rui Calafate, pode ser ouvido em plataformas multimédia como Apple Podcasts e Spotify.

Os deuses do Olimpo

É a ascensão ao núcleo duríssimo do primeiro-ministro de dois ‘apparatchik’, sem carreira no setor privado, sem carreira académica, brindados apenas pelo seu fervoroso “costismo”.

O chamamento de Passos Coelho

Pedro Passos Coelho tem capacidade para voltar a assumir a liderança da oposição, esvaziando o crescimento e a normalização do Chega, e potenciando o catapultar de um PSD mais forte do que o atual.

“Pais da austeridade em Portugal são sempre socialistas”, acusa Luís Montenegro

Ao comentar aquele que, na análise do líder do PSD, será o resultado da execução do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), Montenegro vaticina que “a perda de poder compra dos funcionários públicos, dos pensionistas, dos trabalhadores por conta de outrem é a expressão socialista da austeridade”.
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