precariedade laboral

Madeira: PCP quer valorização do trabalho e dos trabalhadores

O PCP diz que o aumento da instabilidade e precariedade laborais “são fruto de gravosas medidas legislativas” que contribuíram para o aumento da pobreza”.

Novos tempos digitais

Importa compreender que, neste mundo online, a privacidade e o direito dos consumidores não são valores antiquados que travam a inovação. Estão ao nosso serviço e não se servem de nós.

PCP alerta para precariedade dos trabalhadores do call-centre da Altice na Madeira

“Existem mais de 300 operadores no call centre da Altice e a maioria trabalha para empresas de prestação de serviços com vínculos precários, com contratos de 15 em 15 dias, com desregulação do horário de trabalho e com baixos salários”, alertou o deputado comunista na reunião plenária de quinta-feira, dia 31 de março.

PCP exige plano para acabar com a precariedade laboral e a contratação ilegal na Madeira

Segundo Ricardo Lume, o desemprego surgido como consequência da pandemia teve como principal fator a precariedade laboral, e a redução do desemprego verificada a partir de 2021 “tem sido feita através da utilização de vincos precários”, apontou, salientando que no 4º trimestre de 2020 existiam 15 mil trabalhadores com vínculos precários e no período homólogo de 2021 esse número aumentou para 18.500.

PAN-Madeira alerta para precariedade da geração jovem e “inverno demográfico”

O candidato do PAN pelo círculo da Madeira às legislativas, Joaquim Sousa, apontou para o facto de os jovens não terem condições de estabelecer uma vida autónoma dos pais, mesmo com um emprego, o que os impede de estabelecer uma família. “Aí chegamos a um dos mais graves problemas do nosso tempo: o inverno demográfico”, rematou.

CNN Portugal

A fragilidade económica das empresas de comunicação social e a fragilidade da situação profissional, económica e laboral dos jornalistas constituem, no contexto português, as mais importantes ameaças à liberdade de imprensa.

O jogo de sobreviver ao capitalismo

A atual série mais popular da Netflix, “Squid Game”, continua e aprofunda a reflexão de “Parasitas”, de Bong Joon-Ho, que recorre à sátira e humor negro para expor o fosso de desigualdades cada vez maior entre pobres e ricos.

Os loucos anos 20 do séc. XXI

É possível que se assista a um período “louco”, marcado pelo otimismo, mas também este estará condenado a ser breve. A pergunta é: queremos mesmo continuar a alimentar um sistema minado pelas desigualdades?

Desconfinem a cultura

Se a cultura é património de um país e contribui para crescermos, para nos formarmos e definirmos enquanto sociedade, não pode ser um bem secundário, nem descartável.
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