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Wall Street fecha no ‘verde’ entre resultados das big tech e receios de recessão

Em Wall Street espera-se esta semana a divulgação dos resultados do Produto Interno Bruto e da inflação e também a posição da Fed sobre taxas de juro.

Banco Central Europeu em 2023

O BCE será um dos principais actores de 2023 na zona euro, com um trabalho muito difícil, de baixar a inflação e evitar uma recessão, podendo ter um sucesso limitado em ambos os casos.

2023, o ano da deflação?

Veremos como reagirão os bancos centrais se, em 2023, em vez de inflação tivermos deflação, ou seja, uma queda generalizada dos preços, derivado de mais um erro de política monetária. A volatilidade verificada nos mercados financeiros chega agora à economia real.

O que esperar de 2023?

A dúvida essencial é sobre a guerra: será que acaba em 2023? Mas também nos perguntamos se será necessário provocar uma recessão para controlar a inflação.

É Natal, não é?

Em Portugal, habitualmente a culpa morre solteira. Aliás, reparem como há meses que não se ouvem notícias acerca dos processos dos poderosos que todos conhecem. Parece que vivemos numa bolha onde nada se passa, nada evolui, nada tem consequências.

Lavar os dentes

Há componentes estruturais na inflação: a pressão sobre os salários é real e o redesenho das cadeias produtivas tem custos perenes. Amanhã não é a véspera do dia da vitória sobre a inflação, e o combate vai durar.

O aproximar da recessão

Na opinião dos analistas, se a recessão nos EUA ainda é uma incógnita, ela é praticamente inevitável no Reino Unido e na zona euro.

Será a recessão na União Europeia inevitável?

O Banco Central Europeu já definiu que “A médio prazo teremos de trazer a inflação de volta aos 2% e faremos o que temos de fazer. Isto é, continuar a aumentar as taxas de juro nas próximas reuniões”, explica Christine Lagarde.

Que valor atribuir às “advertências” feitas ao BCE?

Deveria haver alguma moderação, por parte dos responsáveis políticos, no seu apelo refreador à intervenção independente e sensata do BCE. Apesar deste não estar isento de críticas, designadamente no que toca ao retardamento da sua ação quanto à subida das taxas de juro. 
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